Elisa

27 de julho de 2007

Como você postou às 15:19 se ainda são 15:06? :O

Quando as pessoas na TV se referem à Curitiba, só sabem falar vina.

Menina do Loló

27 de julho de 2007

Pra que vc escreveu um livro???

Menina do Loló

27 de julho de 2007

Quando eu te conheci vc era apenas um mosquito ..

.

27 de julho de 2007

Só pra não ser demitida ..

Covarde

27 de julho de 2007

Tô achando que esse teu papo de vir a Porto Alegre é lorota, mas quando tu realmente vir pra cá, me avisa por e-mail para fazermos uns agitos. Tu já deve ter ouvido falar daquele povo estranho da Cidade Baixa, mas se ainda não conhece, aproveite a oportunidade de ir lá colher assuntos para o blog.

viniquinto

27 de julho de 2007

Oxe, o pior é quando falam da bahia…

tina oiticica harris

27 de julho de 2007

Como aprend sobre o Brasil lendo blogs; impressionante! Querd izer que você não vai anunciar onde vai assinar livros? Puxa, coleciono livros autografados 😉

Kid_Limão

28 de julho de 2007

Puta merda!
Yoshimi Battles the Pink Robots
http://www.youtube.com/watch?v=5OZmbdntegI
Música emocionante, Moskito! Escorreu uma lágrima do meu olho esquedo!

moskito

28 de julho de 2007

haha. Eu nunca consegui cantar essa merda no tom. Mas o metalofone compensa.

Liv

28 de julho de 2007

Eu imito gauchês com perfeição, guri!

Enio

29 de julho de 2007

“Apropósito, porque as pessoas na TV, quando se referem ao Rio Grande do Sul, insistem em usar um sotaque ridiculo junto com expressões como “bah” ou “tchê”? Isso dá uma puta vergonha alheia, parece coisa de retardado.”

hahahaha! o Luciano do Valle acabou de fazer isso quando apareceram uns gaúchos na cerimônia do pan…

Erik

30 de julho de 2007

Cara d Sapo

30 de julho de 2007

Pelo menos vc não é mineiro uai.

JL

31 de julho de 2007

céus a menina do loló tá viva???
e você misturou gíria com situações. porque é mais fácil[e melhor] falar do gaúcho e dizer “tchê” do que sair dando por ae…

Covarde

31 de julho de 2007

Eu acho que essa história de gaúcho veado não passa de uma manifestação da inveja que nossos conterrâneos brasileiros sentem da nossa cultura. Mas confesso que eu jamais li ou ouví uma maneira tão bem sacada de explorar essa lenda folclórica a respeito da nossa masculinidade. E se todo gaúcho fosse realmente veado, eu até dava pro JL.

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