¿dequejeito?

O Gato Petit Gateau

Postado em 6 de setembro de 2014

Minha última postagem é datada de janeiro de 2011, por isso sinto que talvez a gente já não se conheça tão bem. Mas também não há motivos para pavor, pois não aconteceu muita coisa na minha vida. Talvez a principal mudança é que agora eu tenho um gato. O gato se chama Petit Gateau e na verdade é fêmea, mas eu gosto de chamar de “gato” mesmo.

petit

Desenvolvi todo um perfil psicológico para este gato e fico brincando com isso, para que eu e ele possamos passar o dia todo brigando. Ele basicamente é um pilantra que tenta me passar a perna a todo momento. Ele também é gremista (eu sou colorado), então quando o Inter perde eu finjo que o gato fica me zoando, e vice-versa. Resumindo, esse gato é mais que um amigo e companheiro, ele é um inimigo fundamental dentro de casa.

Mas vamos falar de coisa boa!
Aí vão as TOP 5 brincadeiras que eu faço com o gato:

1. Cortando o cabelinho
Eu finjo que sou um cabeleireiro que está cortando o cabelo do gato, meus dedos são a tesoura e enquanto faço o movimento do corte vou falando “Corta o cabelinho do Petit, corta o cabelinho do Petit…” até que em certo momento eu finjo que tesouro a orelha do gato e digo “Oops, cortou a orelhinha”.

cabelino

2. La Solitudine
Essa na verdade é mais castigo do que brincadeira. Quando o gato faz alguma malcriação na casa, eu pego ele,  seguro na frente do meu rosto e começo a cantar músicas do Renato Russo em italiano, imitando a voz do Renato Russo. Esse método se tornou tão bom que, hoje em dia, quando o gato ta armando um problema, basta eu cantarolar com a voz grossa de Renato Russo “Chissà se tu mi penserai…” pra que ele pare de traquinar no mesmo momento.

renati

5. Hora da cueca
Vocês não vão acreditar nessa mas eu juro que é verdade. Toda noite quando eu vou tomar banho o gato me segue até o roupeiro. Eu pego uma cueca e digo “Horaaaaa da Cueeeeeca”. Automaticamente o gato sai correndo pela casa e eu seguro a cueca como se fosse a capa de um toureiro e grito “Olééé gatorro!”. O gato vem correndo em minha direção e passa pela cueca, eu faço o movimento de tourada e grito novamente “Oléé gatorro!”. Repetimos isso umas 6 ou 7 vezes. O mais impressionante é que no final, o gato tá tão cansado que desaba no chão e fica deitadinho, idêntico a um touro de verdade após levar as espadadas na tourada. Então vem o gran finale: Eu me ajoelho perto do gato, coloco a mão no rosto e finjo estar arrependido, tal qual essa famosa imagem da internet.

touro

Juro que é verdade.

Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.

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