¿dequejeito?

Nos bastidores do poder

Postado em 31 de julho de 2009

Há duas semanas enviei um e-mail ao Daniel e ao Chico, perguntando se eles tavam a fim de fazer um condomínio de blogs. O Daniel falou disso pro Rafael, que se mostrou interessado… Automaticamente colocamos Seu Felipe na conversa. Após cerca de 400 mensagens colocamos o Interbarney no ar, ainda em versão beta, mas já bem estruturado.

É uma alegria dividir espaço com os amigos Chico Barney, Daniel e Rafael. E será uma alegria dividir com os novos amigos Seu Felipe e Edu. Semana que vem mais um nome de peso vai aparecer,  e na outra semana outro nome de peso. E assim a gente vai pesando o servidor.

A pricipal cartada do Interbarney já foi dada: A volta de Rafael Capanema ao mundo dos blogs. Rafael Capanema, este rapaz de sobrancelhas fortes que me deu casa e comida quando eu andava sem roupas em São Paulo, em 2004. Mas disso eu falo na segunda-feira, aqui no Interbarney.

Vida longa ao Rei.

Baita cenário

Postado em 8 de julho de 2009

Aproveitei que minha companheira Cintia está em Carazinho recuperando-se de uma cirurgia, e pedi para que ela visitasse o museu da cidade e analisasse uma sala, que me disseram ser um bom cenário, pois pretendo rodar um clipe lá. Como não conheço o local, pedi para a minha companheira narrar com exatidão o ambiente da minha futura produção. Abaixo segue a transcrição exata do que me foi passado:

— Tem a onça parda e o guaxinim, entre outros lindos animal. No lado tem móveis antigos também e ao lado uma estante com poções antigas e venenos.
— Tudo na mesma sala? – perguntei.
— Tudo na mesma sala. No resto do ambiente tem os móveis antigos e o caixão do Drácula.
— Caixão do Drácula?
— Sim, com o Drácula de cera dentro. E ao lado tem umas cabeças de cera.
— Cabeça de gente?
— Sim. Tem a cabeça do Getúlio Vargas.
— Porra!!!
— No lado do Getúlio, a cabeça de um cara com lepra.

Após esse diálogo, comecei a desconfiar que a minha companheira estava me passando a perna, curtindo uma com minha ambição em rodar um clipe em Carazinho, RS. Como conheço um rapaz que trabalha no museu da cidade, resolvi tirar a dúvida. Entrei em contato e perguntei se tudo que a minha companheira, senhora Cintia Loureiro, havia narrador era verdade. O rapaz não só confirmou que tudo era verdade como ainda completou:

— Com uma ajudinha financeira eu posso te conseguir uma múmia que está na reseva técnica e o Mussolini.

Ano que vem a gente se vê no VMA. _0/~

Trinta e três dentes

Postado em 2 de julho de 2009

Depois de 4 anos de casado, é a primeira vez que eu fico sozinho em casa. Minha companheira viajou para Carazinho para fazer uma cirurgia e vai ficar uma semana fora. Mas da cirurgia eu falo depois. Agora quero me concentrar na parte em que eu fico sozinho em casa. Há 4 anos que eu não cabulava um banho e a sensação, meus amigos, é reconfortante. A sujeira do cabelo, das roupas, da minha glande, são como troféus que abrilhantam minha semana.

Mas nem tudo é satisfação. Claro que existem os pontos negativos como, por exemplo, enquanto escrevo este texto, mastigo um sanduiche de salaminho – a única coisa que havia para comer em casa. E só o mastigo neste momento, pois só agora que lembrei de que eu ainda não havia jantado.

Não que minha companheira só sirva para fazer jantares, longe disso. Mas com ela ao meu lado, eu sei que tenho de jantar ou almoçar. Sem ela, eu esqueço desses afazeres secundários e me empenho apenas nos afazeres primários (checar e-mails, twitter e orkut).

Avaliando a situação, uma coisa compensa a outra. Não jantar vale a pena quando eu também não preciso tomar banho. Aliás, meu almoço hoje foi um Melagrião em pastilha, sabor menta com própolis e gengibre.

E tudo isso por causa de um dente. Minha companheira possui trinta e três deles, sendo que o trigésimo terceiro localiza-se na parte de baixo da língua. Por isso a dentista recomendou uma cirurgia para a extração deste dente fora de lugar. Como um bom marido, fiquei cuidando do lar (da minha maneira) e esperando sua volta. Aliás, como um bom marido, tratei pessoalmente com o cirurgião sobre as complicações desta cirurgia, pois eu estava bastante asustado. O cirurgião, por telefone, me acalmou e garantiu:

O oral continuará o mesmo, quem sabe até melhor.

Esperemos para ver.



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.