¿dequejeito?

Escrevendo um filme Softcore – Parte 1

Postado em 30 de maio de 2008

Nada me encanta mais do que um bom filme softcore e todas as possibilidades que seu roteiro oferece. Fazer um softcore é muito mais difícil do que fazer um pornô, pois em um softcore, tudo não se resume apenas a um pênis entrando incansavelmente adentro de uma vagina. Não! É muito mais do que isso. Um filme softcore precisa de diálogos, de enredo, de ação e, o mais importante, um desfecho onde a atriz principal dá com vontade pro mocinho.

A partir de hoje nós penetraremos no fabuloso mundo dos filmes softcore e iniciaremos um pequeno curso, destinado a jovens roteiristas, diretores e produtores de filmes softcore, este gênero tão pouco explorado no Brasil.

O curso “Escrevendo um filme Softcore” abordará os principais aspectos de uma produção levemente pornográfica, tais como:

  • O que é um filme softcore?
  • Nem tudo é sexo
  • Personagens que não querem sexo
  • Personagens que querem sexo
  • O sexo involuntário
  • Desfecho de um softcore

Espero vocês para participarem da primeira aula, a qualquer momento, aqui neste blog.

Grande abossal

Postado em 29 de maio de 2008

Há três dias trabalhando nos erros de um sistema de blog que parece que foi feito por cabras e, agora, às 6 da manhã, enquanto fazemos os últimos reparos de layout, o abossal para tudo e me pergunta:

Aquele texto ali debaixo das tags é necessário? Tá tirando um pouco o feng shui da coisa.

O FENG SHUI da coisa!!!

Vida de Operário

Postado em 28 de maio de 2008

Depois de dois dias acordado direto, comendo apenas sucrilhos sem leite, trabalhando feito um turco em ferragem pra fazer a porra do wordpress de um cliente para de dar bug, você só pensa em cair pro lado e dormir pra sempre. Nada é mais digno do que ir para o quarto, olhar para a pessoa amada com a qual você vai viver o resto da vida e constatar que ao lado dela, em cima do seu travesseiro, há um bilhete.

Xampu teu cu, filhodaputa!

A hora do Rush

Postado em 6 de maio de 2008

Porto Alegre é uma cidade bizarra do caralho. Aqui é tipo um Mini Mundo, daqueles onde locomotivas de brinquedo percorrem caminhos meio a castelinhos e casinhas em tamanho miniatura. Mas disso falarei amanhã.

Hoje eu precisava chegar ao bairro Santana, que é aqui perto, mas como sou novo na cidade e rico, prefiro ir de taxi. Entrei no táxi na hora de maior movimento. O taxista, com um bigode muito charmoso, perguntou o local para onde eu gostaria de ir.

— É no Santana, Segue a Jeronimo Ornelas até a última travessa.
— Santana? Não conheço essa rua.
— Não amigo, Santana é o nome do bai…
— Peraí que vou pedir informação pra algum colega – interrompeu o bigodudo que parou o carro e foi até outro taxi perguntar onde fica a Rua Santana.

Seis minutos depois o taxista voltou ao carro e disse:

— O meu colega ali disse que não existe rua com esse nome.
— Não! É que o senhor entendeu errado…
— Não, entendi certo o que ele disse. – interrompeu o bigodudo.
— Não, tá havendo um confusão. – tentei explicar.
— Sim, está havendo. Essa rua não existe.
— Mas eu não quero ir pra nenhuma Rua Santana.
— Quer o que então? – me perguntou o taxista.

Respirei profundamente e, pausadamente, com um português perfeito e sem vícios de linguagem, disse ao taxista:

— Eu quero ir para o BAIRRO Santana.
— E eu com isso? — me respondeu.
— Ora bolas, eu quero ir até o bairro Santana – insisti.
— Sim, amigo. Mas o que isso me interessa?
— (…)
— Quer que eu chame um taxi pra ti? – perguntou o taxista.
— Isso aqui é um taxi, puta que o pariu! – gritei nervosamente.
— Taxi? Não é não.
— É o que então, porra?
— Oras, é uma sorveteria.
— Poxa, tem de creme?



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.