¿dequejeito?

Meu primeiro documentário

Postado em 25 de março de 2008

Calaram o Paulo Henrique Amorim, mas o Citibank pode vir com tudo que não vai me calar. Até porque nem teriam motivos. Aliás, se viessem com qualquer R$ 300,00 eu já me vendia valendo. Por trezentos, meu nego, eu falo bem até do Rexona.

Eu queria ter lançado este documentário no auge da crise Globo X Counter Strike, mas tive preguiça. Aí ele ficou quase cinco meses parado no meu computador e agora que me sobrou um tempinho consegui finalizar a porcaria.

Este é o “headshot”, um documentário que retrata, de forma amadora, a história de um grupo de jovens seduzidos pelos encantos do Counter-Strike, o jogo mais sangüinário desde Mario Kart.

httpv://www.youtube.com/watch?v=4eGyJMAzJZY

Rumo ao Repórter Record.

Cobras

Postado em 20 de março de 2008

Há alguns dias, enquanto eu tomava banho, uma cobra saiu de dentro do ralo. Fiquei aterrorizado, pois não estava preparado para ver uma cobra durante o banho.

Existe muitas coisas que eu estou preparado para ver durante o banho e uma cobra, definitivamente, não é uma dessas coisas.

A cobra deu uma boa olhadela em mim e voltou para dentro do ralo. Pensei eu que talvez pudesse ser uma cobra groupie curiosa, atestando com os próprios olhinhos de cobra se eu estava ou não lavando a glande, como costumo mentir no meu outro blog. Mas não era uma cobra groupie, pois no dia seguinte outra cobra apareceu no pátio da minha casa, perambulando pelo gramado. Tentei um ataque surpresa, no entanto não obtive sucesso e, desde então, todos os dias sou abordado por diversas cobras.

As vezes as danadas aparecem em dupla, rastejando pela casa, carregando seus violões e cantarolando modas sertanejas. As vezes aparecem em trio, com camisetas do Public Image Ltd.

Domingo foi a gota d’água. Três cobras saíram de baixo da minha cama e oscilaram pelo quarto numa trajetória senóide. Abismado com a cena, liguei para a polícia ambiental e exigi uma solução. Me enviaram um rato de laboratório que, com muito custo, capturou todas as trinta cobras e, calmamente, explicou que esse negócio de trajetória senóide não tá com nada, que o hype agora é outro.

As cobras, muito simpáticas, prestaram atenção em todas dicas do rato, agradeceram pela verdadeira aula de bons modos e depois o comeram. Aí, num silêncio absoluto, formaram uma fila indiana e foram embora, em linha reta. Desde então não vi mais nenhuma.

Maldita Lupi

Postado em 15 de março de 2008

— Alô!
— Alô! Quem está falando?
— É a Maria Helena.
— Ohh, Maria Helena. Tudo bom? Aqui é a Alba.
— Oi, Alba.

— Maria Helena, eu fui pedir teu telefone pra Lupi, mas eu acho que ela me deu o número errado. Não deve ser este.
— Mas Alba, tu estás falando comigo agora.

— Pois então, Maria Helena. Como eu achei que a Lupi me deu o número errado, eu escrevi um bilhete para o teu filho e deixei no apartamento onde tu moravas.

— Mas Alba, nós estamos conversando, o número está certo.
— Não, não. A Lupi me deu o número errado. Vou lá na casa dela agora para pedir o número certo.

— Mas Alba…
— Tchau, Maria Helena.

Favor Espeito!

Postado em 11 de março de 2008

E essa nova moda de usar a expressão “baixo estima” como se baixo fosse antônimo para auto. Já vi até em novela neguinho falando “baixo estima”. E se fosse uma questão de altura mesmo… o gênero de estima é feminino, portanto seria baixa. Como pode? Nego não pensa antes de escrever um roteiro? Antes de falar merda? Estudou onde? Na com@extol college?



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.