¿dequejeito?

Mas pelamordedeus, cara.

Postado em 10 de março de 2006

Puta merda, como essa Cristina é má. Tô indignado.
Como é que ninguém prende ela?


Legenda: “Foi tu que roubou as rodinhas
do meu skate, né não vacilão?”

A Globo tem que parar de contratar gente tão má assim.
E esse final da novela? Hein? Tipo clipe do Michael Jackson. Acho que o malandro que fez os efeitos visuais dessa cena foi o mesmo que idealizou o novo layout do portal terra: O sobrinho do meu vizinho.

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Um carnaval muito louco de verão

Postado em 6 de março de 2006

Bah, essa epóca carnavalesca é uma coisa maneira. Aqui na minha cidade não rolam os desfiles como na Rede Globo, mas tem bastante bailes de carnaval nos clubes. Sabe como é interior: muita malícia e.. e… Afinal, o que tem num baile de carnaval?

Não sou uma pessoa muito adepta ao carnaval. Conheço pouco. Na verdade todo o meu conhecimento se resume à uma certa vez, na segunda série, quando a minha mãe me vestiu de índio, pintou meu rostinho e me levou pra escola. Me lembro perfeitamente daquele carnaval: dia 19 de abril de 1991.

Então não tive dúvidas, fui me informar sobre o assunto, pra não fazer feio. Afinal, eu iria a um baile de carnaval. Aluguei dois vídeos sobre o tema. Um era sobre os bailes de carnaval no Rio de Janeiro na década de 30 e o outro se chamava “Carnaval 2003 – Buttman”. Pela capa, este último, parecia ser meio chato, então optei por assistir primeiro o filme sobre os carnavais em 1936. Pronto. Foi lindo. Aprendi tudo o que eu precisava com o filme. Aprendi tanto que nem assisti o segundo filme.

Pelo que notei, em bailes de carnaval, as pessoas gostam de se fantasiar. E, pra não fazer feio, eu fui atrás de uma fantasia. E qual é a fantasia mais fácil de se confeccionar em casa? Qual? Qual?

Sim, é a fantasia de fantasma.
Mas para dar um certo charme na coisa, antes de começar a recortar lençóis, eu pesquisei na internet por imagens de fantasmas. Pra não ficar muito “out” na jogada, manja? Achei um modelo foda e fácil de fazer.

E, com a letra de algumas marchinhas decoradas e a fantasia no corpo, me mandei pro Clube Comercial de Carazinho – RS.

Chegando no clube já contemplei que as coisas mudaram um pouco desde 1936. O visual do povo não era exatamente o mesmo. Bom, pra falar a verdade, não tinha muita gente fantasiada lá, exceto algumas meninas fantasiadas de prostitutas (mais tarde descobri que não eram fantasias). O que predominava eram as franjas por cima do olho, os bonés, os tênis, as mini-saias, e a música trance… Diria até que aquele baile de carnaval se aproximava muito de uma festa RAVE, se não fosse a quantidade de pobre no local.

Mas aí eu vi, de longe, um amigo meu. Era o Negão (ele é chamado assim porque é negro). Não sei o que o cara tava fazendo lá no carnaval. Eu sempre pensei que gente como ele não fosse chegada nesse tipo de confraternização. Bom, mas então eu fui cumprimentar ele e, não sei, acho que ele não me reconheceu, por causa da fantasia, e logo que eu gritei “Aeee negão safado!!” ele já veio me disparando um soco cruzado no queixo.

Eu cai no chão e então surgiram umas cinquenta pessoas, todas com muita raiva, me chutando como se eu fosse uma bola de futebol (ou uma imagem santa na Igreja Universal). A coisa tava preta pro meu lado, se é que me entendem… E eu acabei por desmaiar devido a quantidade de pancadas.

Daí em diante só me resta relatar o que pessoas conhecidas viram acontecer comigo, pois eu estava desacordado. O Negão, meu amigo, me colocou no ombro e me levou até o palco do baile, onde a banda de marchinhas deveria estar, mas não estava. Lá no palco o DJ prendeu meus pulsos com silvertape numa espécie de cruz improvisada com pedaços de cadeiras. Me levantaram e tacaram fogo no meu corpo, na frente de todo baile de carnaval, ou seja lá o que era aquela festa.

Por sorte, uns alemães carecas iniciaram uma briguinha e conseguiram me retirar da cruz. Eu acordei hoje, no Hospital de Caridade de Carazinho – RS, com queimaduiras de primeiro grau em algumas partes do corpo. Vou ficar aqui internado por mais alguns dias, sob os cuidados dos meus familiares e médicos.

Agora há pouco minha mãe me trouxe o jornal da cidade, pra eu não ficar por fora dos fatos que acontecem no municipio. Parece que logo no segundo dia de carnaval estourou uma briga que dura até hoje. Algo sobre racismo, eu acho. Parece que o pessoal andou brincando com a cor de pele dos outros e assim todo mundo entrou em guerra. A cidade virou um caos. E eu, agraciado por Deus, fiquei desmaiado num hospital enquanto tudo isso acontecia. vejam a minha sorte. Poderia eu estar no meio de tudo isso, mas por sorte não estava.

A minha única tristeza é saber que o carnaval mudou.
As marchinhas e fantasias deram lugar às brigas e mortes. Talvez eu que não me preparei corretamente para a ocasião. Acho que eu deveria ter assitido o outro vídeo que eu aluguei, aquele tal Buttman sei lá o que. Quem sabe assim eu estaria mais bem adequado à atualidade carnavalesca do Brasil.

Que alegria

Postado em 1 de março de 2006

Bah, uma doença me assolou nestes últimos dias e por isso fiquei distante da internet e da vida social, ou seja lá como se chama sair de casa quinzenalmente pra entregar a capelinha no vizinho.

Mas então, eis que hoje eu fiquei um pouquinho melhor. Minha garganta não dói mais e até falar eu consigo. Tudo o que eu queria pois é março e hoje é o primeiro dia de aula na faculdade. Eu já tava com saudades. Essas férias costumam ser muito longas. Em julho temos um mês de férias e em dezembro temos quase quatro meses. Como se alguém precisasse de tantpo tempo pra ficar dormindo em casa ou mostrando a bundinha na praia.

Mas a coisa se leva.
Tô fazendo vários trampos no momento, mas um deles é foda. Um site para uma sexshop, manja. Acho que é o trampo mais maneiro que já peguei pra fazer. Me divirto horrores… Se bem que já fiz até sites de um canaril e uma logomarca para um partido nazista aqui do sul. Os nazistas eram nojentos, lembro, mas pelo menos pagaram em dia.

Mas voltando ao assunto, hoje volto das férias e me vou pra faculdade, rever todo mundo e passar mais um ano morgando numa cadeira dura, pra ver se um dia eu me torno alguém melhor, com diploma e sem estrias.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.