¿dequejeito?

Quem é Marcos Pontes?

Postado em 30 de março de 2006

Ontem a noite toda a nação estava ligadinha em seus televisores, acompanhando a transmissão ao vivo do lançamento do primeiro astronauta brasileiro em missão ao espaço. Tudo muito bonito, tudo muito legal. Mas quem merdas é Marcos Pontes?

Tá bem que ele é o primeiro brasileiro a ir pro espaço e tudo mais, mas o povo brasileiro, ao olhar para o céu em busca do astronauta esqueceu de olhar para a rua em busca de um outro herói brasileiro, chamado Gabriel Von Doscht.

Quem reside na cidade de Carazinho, no interior gaúcho, ontem pode notar uma nova presença nas ruas municipais. Gabriel Von Doscht, mais conhecido aqui em casa como “Eu”, dirigiu, pelas ruas da cidade um carro de auto escola, durante aproximandamente uma hora.

Foi, na medida do possível, razoável.
A instrutora me encaminhou até umas ruazinhas sem movimento nenhum, pois disse que lá seria mais fácil de eu aprender. Era só eu, a rua, o carro e o vento. Exceto quando surgiu, à apenas 800 metros de mim, um outro carro. Então me desesperei e deixei o motor apagar. Meia hora depois consegui fazer o carro sair do lugar novamente e fui pra casa.

Hoje, das 16h às 17h tenho aula de novo. Dessa vez a instrutora disse que iriamos à um lugar mais movimentado e com pedestres, pois segundo ela, é assim que se dirige na vida real. Como disse a Power Ranger rosa para seus companheiros de aventura: “O mundo confia em nós”.
Aliás, quem é Marcos Pontes?

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Escreve realmente bem sobre sua vida

Postado em 28 de março de 2006

Saiu uma matéria sobre alguns blogs no jornal O Povo de Fortaleza, Ceará. E o ¿dequejeito? estava dentre os blogs comentados, junto com outros três bloguezinhos menores. Ler matéria.

Vocês tem noção do que isso significa? Que exitem por aí, pessoas que ganham dinheiros para escrever sobre os blogs dos outros. Que recebem um salário todo mês, só para ficar navegando pela internet e recolhendo links aleatórios. E nenhuma dessas pessoas, que eu saiba, sou eu. E isso sim é má distribuição de dinheiro.

Ah, mas se fosse eu.
Iria reverter toda essa grana em ações da Belíssima.
Sem nem pestanejar.

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Mas hein?

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Eu tava lembrando que há alguns anos eu recebi um e-mail da produção de um programa de televisão. No e-mail eles explicavam que tinham um quadro de humor com vídeos da internet e queriam um dos meus vídeos para transmitirem ao vivo no programa. Sem pestanejar perguntei quanto eu levaria nisso, afinal podem até me chamar de mercenário, mas esse povo da TV é cheio da grana e tem verba pra ficar gastando em merdas aleatórias.

A produção me explicou que era um programa independente e que não tinham verba para esse tipo de material. Eu entendi e dei uma mão. Disse que eles podiam usar meu vídeo, mas deveriam creditar ele à mim. Tudo certo, televisão ligada e lá estou eu acompanhando o programa quando que anunciam meu vídeo. Então depois de passar o vídeo todo o apresentador fala: “Ta aí esse vídeo muito engraçado que o moskito nos enviou e pediu para que nós passassemos para ele.”

Bom, onde eu quero chegar é que, as vezes, você tenta ajudar as pessoas e elas se deitam nas tuas costas. E foi mais ou menos isso que aconteceu comigo nesses tempos. Pois comprei um teclado (daqueles musicais) e, em poucos dias, já havia aprendido a tocar alguns acordes. Eu achei que meu nível estava bom, pois conseguia tocar a música do “Carroagens de Fogo” sem errar nenhuma nota. Então resolvi convidar um amigo e sair em turnê municipal.

Meu amigo tocava pandeiro.
E lá fomos nós tocar a música do “Carroagens de Fogo” em todas escolas públicas da cidade. Nossas apresentações eram a sensação da época. Muita presença de palco, muita alegria e um pequeno toque de charme, misturado com amor.

Um belo dia fomos nos apresentar num escola de Ensino Médio e, como sempre, fizemos a nossa parte. Depois dos aplausos o pessoal começou a gritar “Mas um… Mais um…” e aquilo nos deixou nervosos, pois a gente só havia aprendido a tocar a música do “Carroagens de Fogo” uma vez. Esse negócio de repetir a música era demais para nós. Não tinhamos tanto talento assim.

— Mais um… Mais um…
— Calma pessoal. A gente tem de ir embora.
— Mais um… Mais um…
— Desculpa mas não podemos.
— Mais um… Mais um…

Visto que os alunos do colégio jamais parariam de pedir, eu e meu companheiro panderista conversamos brevemente e decidimos tentar tocar novamente a música do “Carroagens de Fogo”. Mas eis que quando eu fiz o primeiro acorde no teclado, o diretor da escola veio a me interromper, gritando lá do fundo:

— Ei, ei.. O que é isso?
— Mas hein? – disse eu.
— O que vocês acham que estão fazendo?
— Ué, senhor. Estamos tocando.
— Tocando porque?
— Porque sim. A gente toca. Música, oras.
— Isso eu sei, né. – disse o diretor da escola.
— Mas então?
— Quero saber o que vocês estão fazendo aqui.
— Ué. Estamos tocando para os alunos.
— Que alunos?
— Os alunos, porra. Da escola.
— Que escola?
— Essa aqui, cacete – perdi a paciência.
— Aqui não é escola não, meu amigo.
— Mas hein? – indagou meu companheiro panderista.
— Aqui é uma sorveteria.
— Sorveteria?
— Sim.
— Tem de creme?

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Remake 80’s

Postado em 24 de março de 2006

Primeiro foi o Léo Jaime, depois veio Felipe Dylon e há poucos dias soube que o Guilherme de Pádua voltou a tesourar a galera. Porém os anos 80 não estariam devolta por completo sem a presença dele: Vai trabalhar, vagabundo. Simbora brincar de “Te apresento meu amigo…” nos comentários dele.

Pra quem não sabe, Chico Barney é um dos heróis da internet da nossa geração. O Vai trabalhar, vagabundo era um dos maiores weblogs do Brasil, com dezenas de patrocinadores e uma mídia de massa jamais repetida por outros blogs. Infelizmente, em 2003, Chico Barney foi obrigado pela justiça a retirar seu site do ar, pois recebeu um processo do site Mensagens Subliminares. Mas agora o processo prescreveu e o rei está devolta. Vale a pena ler.

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Postado em 22 de março de 2006

Há algum tempo ocorreu uma história triste e confusa comigo, e por isso achei melhor não escrever sobre o acontecido aqui no blog. Sabe como é, tem sempre um pessoal que acha que tudo que eu escrevo é mentira. E eu não ia gostar se alguém falasse que eu inventei essa história, até por que envolve uma morte.

Mas hoje decidi lhes relatar o fato.
Em novembro de 2004 estava eu, caminhando pelas ruas de Carazinho – RS, quando avistei uma bolinha de borracha, quicando. Resolvi seguir esta bolinha e acabei por chegar no sul do estado de Santa Catarina. Lá eu conheci um velho agricultor que morava numa casinha, sozinho, no meio do mato, longe de tudo. Foi um rápido encontro que marcou a minha vida. Estava eu seguindo a bólinha há dias, quando que ela, quicando, atravessou uma plantação de milho e entrou na tal casinha do agricultor, pela única janela que existia.

Me aproximando, vi que a bola havia acertado em cheio a cabeça do pobre agricultor que naquele momento estava ali, agonizando, caído no chão com a cabeça toda aberta. Entrei na casa e estanquei o sangue com um pano de prato. O senhor me agradeceu e começou a falar sobre coisas aleatórias, que pessoas à beira da morte costumam falar.

Este senhor, cabelos compridos, barba não aparada, óculos antigos e vestes mais antigas ainda, parecia de certa forma com o John Lennon, e me disse que se chamava João. Ele gaguejava muito e mal tinha forças para falar o seu português com sotaque acentuado, devido a pancada que recem tinha levado. Mesmo assim me pediu que anotasse uma sequência numérica.

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Anotei, só para cumprir o desejo do velho. Depois disso ele disse que as estrelas eram lindas e veio a falecer, nos meus braços. Estranhamente ainda era dia e não aparecia nenhum estrela no céu. Então pensei que o velho era meio maluco e decidi esquecer o episódio.

Então dia desses eu tava assistindo o seriado Lost e vi que tem altos mistérios por causas de uma sequência numérica e que os personagens achavam se tratar de dados de latitude e longitude. E aí que me caiu a ficha.

Eu passei anos pensando que o velho havia me dado os números de um solo de violão. Achava estranho que o solo era feio pra cacete, mas continuava eu tocando ele, pelo o que ele significava. Mas não, os números eram na verdade latitude e longitude. Então corri pro Google Maps e digitei as coordenadas.

E o que foi que eu achei?
Achei a famosa faixa de pedestres da Abbey Road. Capa do álbum de mesmo nome dos Beatles… E, profundamente decepcionado, desliguei tudo e fui dormir.

E eu achando que ia levar uma grana fácil com esses números.
Lamentável.

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Pura malícia no corpo suado

Postado em 20 de março de 2006

Eu tava lembrando dos tempos de escola. Eu era, talvez, o único cabaço da turma mas nem ligava para este fato. Estava eu mais preocupado o maldito piano do Silent Hill (PlayStation) que eu não conseguia tocar direito pra passar de fase.

Certo domingo eu tava na minha casa e tocou o telefone. Era a Amanda, uma menina da minha turma, conhecida mundialmente por ser a aluna de Ensino Médio mais gata de todo o sistema solar.

— Oi, gabriel.
— Oi.
— Então, eu tava pensando…
— Sim.
— Você não quer vir aqui em casa hoje?
— Hoje?
— É. Meus pais tão viajando…

Eu, muito do inocente, não saquei a malícia da garota e continuei a conversa normalmente, como se ela estivesse me convidando pra ver Tv na casa dela e quem sabe, no máximo, se balançar numa rede o resto da tarde.

— Então, o que você acha de vir aqui pra gente…
— Não dá.
— Hã?
— Não dá, hoje eu vou jogar bola aqui no campinho.
— Como?
— É. Já marquei com os meus vizinhos. Hoje tem jogo.

E continuei virgem até o segundo ano da faculdade.

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Coelho-Lingüiça 09

Postado em 16 de março de 2006

Hoje é terça-feira. E vocês já sabem, toda terça-feira é dia de Coelho-Linguïça, o único personagem da história das tirinhas mundiais que não compra espaço comercial no horário nobre da globo pra falar que o PT não utiliza bem o seu dinheiro.

As Aventuras do Coelho Linguiça são as tirinhas mais emocionantes da história das tirinhas globais. Uma equipe de 7 roteiristas e 3 desenhistas foi contratada para passar para o papel todo ideal de uma nova era das tirinhas de ação. O Coelho-Lingüiça chega para revolucionar o mercado de tirinhas, com um humor refinado e aventura constante que fará você não desgrudar os olhos da telinha do monitor. É puro feeling.

coelho-linguica09

Pitty, matou a pau.

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Um sonho muito louco de verão

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E o Serginho Moreira um dia me processa pelo roubo de títulos…

Acabei de acordar deste aqui.
Não sei como, eu tava no Rio de Janeiro e tinha que voltar pra casa. Eu já havia comprado a passagem Rio de Janeiro – Carazinho e o ônibus partiria as 18:17h e então, olhei para o meu relógio e constatei que já eram 18:00h. Eu jamais conseguiria chegar a tempo na rodoviária, sem correr.

Mas eu ainda tinha que passar no apartamento do Thomas, meu amigo. Ele morava no 6º andar de um prédio e pra não perder o elevador após a breve visita, eu coloquei um chinelo prendendo a porta do mesmo, pra que quando eu voltasse o elevador ainda estivesse lá.

Bom, então falei com o Thomas, me despedi. Ganhei uma mochila de presente, era bege. Bem feia, por sinal. mas era presente e até mesmo nos sonhos devemos ser falsos para não magoar as pessoas. Logo que sai do ape do Thomas, passei no ape do Babão, outro amigo meu que era vizinho de andar do Thomas.

— Ôh, Babão. Tá afim de ir comigo até a rodoviária?
— Pô, beleza. Vou sim.
— Só que eu já to atrasadão. Tem que ser depressa.

O Babão prontamente saiu correndo e fomos até o elevador, que não estava mais no andar. Algum marginal filhodaputa havia tirado o chinelo que segurava a porta e o elevador se foi. Teriamos de chamar o elevador novamente, e isso me atrasaria ainda mais.

Então o elevador não chegava nunca e eu fui ficando impaciente e o Babão começou a brincar com a porta do elevador. Ele abriu ela e ficou colocando um dos pés para dentro, fingindo que ia entrar.

— Ó, to indo.
— Para com isso, meu.
— Vou ir, ó. Ó.
— Porra, cara. Cuidado. Vai cair aí, cacete.
— Haha. Ó.. ó… Vou en… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh!!!!

(…)

— Babão!!!! Babão!!! – gritei em pânico total.
— aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh!!!!
— Babão? – gritava eu.
— Tô aqui.
— Tu tá legal, Babão?
— Mais ou menos. Consegui me segurar num esquema aqui na parede.
— Aguenta firme, cara.
— Me ajuda. Tá doendo – gritava o Babão.

Então eu avaliei bem a situação. O Babão numa idiotice havia voado alguns andares abaixo e agora lutava pela vida, pendurado em alguma coisa qualquer que achou pelo caminho. Pensei por alguns instantes e, com calma, gritei na escuridão do poço do elevador:

— Babão, é o seguinte: Farei uma coisa…
— Tá.
— Eu vou descer pelas escadas…
— Tá.
— E vou embora, porque to atrasadão.
— Hã?
— Cara, grande presença. Próxima vez que eu pintar no Rio de Janeiro vamos marcar uma cervejinha, valeu. Aquele abraço, parceria.

E fui embora pegar meu ônibus.

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O mundo que eu não entendo

Postado em 15 de março de 2006

Não sei se vocês sabem, mas eu trabalho com uma Tv ligada do meu lado. E sempre que a Ana Maria Braga acaba é a mesma coisa. Me bate uma tremenda tristeza pois é chegada a hora da Tv Xuxa e toda sua empolgaçãozinha.

Mas de uns tempos pra cá eu parei de ficar notando a dublagem dos desenhos e comparando as vozes e comecei a prestar atenção no programa em si. São 9:40 da manhã. Nesse momento a Xuxa apareceu e atrás dela tem uns sete ou oito figurantes fingindo estar fazendo alguma coisa, enquanto a Xuxa anuncia que teremos duas horas de desenho animado.

E é assim todo o dia.
A cada dia é uma situação diferente e a Xuxa fala sempre o mesmo texto: as malditas duas horas de desenho animado. Mas os figurantes estão sempre lá. E é aqui que eu me pergunto o que a Globo tem na cabeça? Porque a Globo não grava a Xuxa dizendo a porcaria do texto e depois fica repetindo isso, uma vez por dia? Porque não dispensam logo os figurantes que tão lá todo dia, tentando fazer coisinhas engraçadas no segundo plano? Eu conheci uma pessoa que trampa de figurante na TV Xuxa. O salário dela, pra ficar lá fazendo esse tipo de coisa é algo absurdamente alto, visto o nível de esforço que se tem de desempenhar na função.

Também tomei conhecimento que a Xuxa não grava junto com os figurantes. É tudo “cromaqui” estilo Chapolim Colorado e as pilulas de polegarina. Além disso, a Xuxa exige que o estúdio esteja em certa temperatura (algo abaixo de 15ºC) para que sua pele fique sempre fofinha. Então imagina quando o programa tinha crianças no estúdio… As cria tremendo de frio e ainda tendo que fingir felicidade.

Aí sim os figurantes poderiam prestar pra alguma coisa. Tipo pra fazer massagem cardiaca nas crianças que desmaiassem ou sofressem choque térmico. Mas não. O programa agora não tem mais crianças. Somente duas horas de desenhos animados, e a Xuxa, e os figurantes, que não fazem nada. E ganham bem.

A propósito, a voz do peixe amarelo do desenho da Pequena Sereia é a mesma voz do Gasparzinho.

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Absurdo

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Porra, alguém aí sabia que pra se unir matrimonialmente no Rio de Janeiro você tem de desembolsar uma quantia de R$ 300,00 assim, só pros caras do cartório emitirem uns poucos documentos sem sentido? Aqui no sul, de acordo com um conhecido meu, o preço ficava em torno de R$ 60,00 (isso há dois anos). Mesmo podendo ter ocorrido alguma inflação, o preço é monstruosamente menor.

E se você provar que é pobre pode se casar de graça. Depois ainda pode usar o atestado de pobreza pra passar em pedágios sem pagar. Não sei se isso é verdade, mas foi o que eu ouvi dizer por aí. Mas voltando ao assunto inicial, essa coisa de casar na igreja dá um puta arrombo no bolso do indivíduo. A própria igreja já deve meter a faca só pro padre falar umas poucas besteiras. Eu tenho um tio que é bispo, em Criciuma: Dom Paulo De Conto. Na família é sempre ele que reza as missas de casamento, e mesmo assim a igreja católica ainda cobra várias taxas, como se você estivesse alugando um padre na locadora.

— Amor, eu não gostei desse não.
— Ah, querida. Quem sabe um mais comédia?
— Não.. O padre tem que ser de ação.
— Olha ali o padre Ivo. Ele é careca, tipo o Bruce Willys.
— Gostei, mas tá escrito na capa que é só o trailer.
— Só o trailer?
— É, o trailer. Lê aqui.

(…)

— Thriller, amor. Thriller.

E olha que eu nem cheguei nos tramites da decoração da igreja, roupas, festa, coquetel, fotografos, filmadores, bolo, etc… Nego gasta a maior grana só pra fazer bonito na frente dos outros. É o casamento.

Aliás, é o casamento. Essa instituição familiar falida que acontece com as pessoas. Você trabalha o dia inteiro e quando chega em casa só quer saber de descanso, uma torrada só de queijo, um pouco do seu banjo e, depois, ver o Lost na televisão. Mas daí tem a outra pessoa, que insiste em vir com assuntos randonômicos quaisquer, lhe interrompendo no seu momento “eu – comigo mesmo”. E você nem presta atenção no que ela te disse, e acaba que sempre responde um “sim”, sem nem saber qual era a pergunta, pois o Lost tava foda naquele dia, e… Bem… Eu vou casar. =~



Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.