¿dequejeito?

Praia, mato e Bolívia

Postado em 28 de dezembro de 2006

Segundo a última convenção de Genebra, realizada na casa do John, ficou decretado que durante o ano de 2007 o mapa do Brasil adotado oficialmente por este blog será o mapa abaixo:

brasil_mapa-praia-mato

Ou você mora na praia ou mora no mato.
Se morar na Bolívia tá fodido.

Dequejot

Postado em 20 de dezembro de 2006

Oi pessoal, seguinte: O Jot me ofereceu espaço no servidor dele, com direito a poder usar banco de dados, 200mb de espaço, várias contas de e-mail e muito mais parangolés que até Deus dúvida. Bom, e tudo isso de graça. E como eu não ganho nada para ter este blog e vinha gastando maior grana pra manter ele, essa proposta me pareceu bastante aceitável.

Em troca disso tudo vou deixar um banner do Google que recolhe grana através dos cliques dos visitantes. Essa grana não vem para mim, mas sim para o Jot que é o dono do servidor. Nada mais justo, já que ele está me dando servidor de graça. E graças ao servidor do Jot e suas possibilidades, pude finalmente trocar de sistema de blog. Agora usamos o WordPress, o que vai permitir que eu tenha mais controle sob os visitantes mais chatos, dentre outras facilidades.

Infelizmente eu não consegui recuperar os arquivos de antes de abril de 2003, devido ao ataque de algum hacker malandro que, na época, achou que eu era engraçadinho demais e por isso merecia ter meu blog apagado. Mas isso não é nada, antes de 2003 eu nem gostava do que eu escrevia mesmo.

Aproveito o momento para indicar-lhes meu antigo provedor: Intercol, que é do caralho. Lá o pessoal é todo gente fina e deixam você atrasar o pagamento, se você souber dar uma boa desculpa. É barato e o limite de tráfego é livre, ou seja, você pode ter trilhões de visitas que não vai precisar pagar a mais por isso, como em outros servidores por aí.

Barcelona 5 x 2 Inter

Postado em 17 de dezembro de 2006

Como previsto, o Barcelona humilhou o inter.

Vendo Guitarra: 120 pila

Postado em 11 de dezembro de 2006

Pessoal, estou me desfazendo de um dos meus bens mais estimados. Minha guitarra velha, detonada, toda riscada e com as trastes consumidas, marca Eagle. Bem, é uma merda, mas tem valor sentimental (mentira, não tem).

Na última apresentação da minha banda eu, digamos que, quebrei ela, então estou vendendo o que sobrou dessa pérola que, apesar de tudo, ainda funciona maravilhosamente bem, devido aos reparos que fiz com super bonder e amor.

Tá valendo 120 reais + Frete e grátis envio junto uma máscara do Kibe Loco, para você também ser engraçado na internet, tal qual seus ídolos.

blue-steel

Esse escudo multicolorido aí é um papel colado que eu mesmo fiz. Na verdade o escudo original é branco e sem graça. Então, como pode ver, é uma guitarra customizada (ahã!) por mim e estou torrando ela aqui para que o primeiro guitarrista novato ou mãe (que não entende nada de instrumentos) compre e presenteie seu filho neste natal. Obrigado.

Tipo filme

Postado em

Cintia diz:
Daí fui lá pintar o quarto, mas só consegui uma mão em duas paredes. E vai precisar de duas mãos em todas. Levei quase 3 horas pra fazer isso.

miskoto diz:
Tu não quer ajuda?

Cintia diz:
Vai ser uma merda pintar aquilo amanhã.

miskoto diz:
Tipo, nunca viu nos filmes: O casal pintando, daí se atiram tinta um no outro e depois trepam?

Cintia diz:
Ééé! Isso. Aceito a ajuda.

miskoto diz:
A gente podia fazer tudo isso.

E substituir o sexo por dois litros de Coca.

Pra fechar bonito a semana

Postado em 8 de dezembro de 2006

— Esse equipamento está desgastado. Apesar de ter somente 6 anos de uso, o equipamento está desgastado.

— Por que o equipamento está desgastado, senhor?

— Desgastado?

— Sim, por que?

— Quem falou que o equipamento está desgastado?

— O senhor.

— Que equipamento?

— O equipamento da aeronautica, senhor.

— Como assim?

— O equipamento.

— Você está equivocado. Não existe equipamento.

— Como não?

— Não existe.

— Mas o que aconteceu então?

— Nada.

— Mas e o equipamento?

— Que equipamento, meu filho? Onde você pensa que está?

— Aqui não é uma coletiva de imprensa?

— Não, aqui é uma sorveteria.

— Sorveteria?

— Sim. Uma sorveteria.

— Tem de creme?

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Alegria Alegria

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Hoje é sexta-feira.
Dia de tomá uma ceva e fumá unzito.

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Um dia de Macheza

Postado em 4 de dezembro de 2006

Se você não é legal o suficiente para encarar a vida real, nem rico o suficiente para jogar o Second Life, aconselho-te a participar do programa estilo “Um dia de Macheza”, que a Rexona está disponibilizando no site Cidade dos Dublês.

Trata-se de uma interação ente o macho e a fauna, em que você, o homem tosco e macho, deve desempenhar algumas atividades toscas e se sagrar o maior tosco, ou macho, da cidade… Bom, vocês entenderam. é coisa de macho, é tosco.

É a Cidade dos Dublês.
É o jogo em que somente o maior macho restará, e este ganhará os mirabolantes prêmios da Rexona. Eu gravei uma participação e minha namorada gravou outra e, misteriosamente, ela se deu bem melhor do que eu. Mas o que mais me intriga (mais do que minha namorada ser mais macha do que eu) é a voz do careca que fica dando as dicas no lado direito da tela.
Puta voz de macho.

Hey Ho! Let’s Go!

Postado em 29 de novembro de 2006

Sábado passado eu e minha querida banda, a qual ando dando uns peguete no baixista, fomos nos apresentar (a gente não faz show – só se apresenta) na cidade de Victor Graeff, conhecida mundialmente pela bela Praça central e suas esculturas feitas nos arbustos, tipo Edward Mãos de Tesoura.

Chegamos lá ainda de tarde e ali já notamos que o negócio iria ser sinistro, visto a quantidade de punks com camisetas do Ramones na frente do local.

Mas beleza, vamos nessa – pensei eu, os caras são punks mas nem por isso vamo deixar de tocar nossas canções, mas por vias das dúvidas reúni a banda e pedi para tirarmos do repetório algumas canções mais lentas e algumas outras com letras meio “gays”. Bom, o repertório tinha 17 canções e, acabada a breve reunião, sobrou apenas 5 músicas no set list.

No evento iriam tocar umas 8 bandas, todas punks, exceto a minha banda, que toca uma mistura de new wave, bob dylan e dance. E a minha banda seria a penúltima a tocar na noite.

Todas as bandas que tocaram antes de nós tiveram uam coisa em comum: nenhuma tocou sequer uma canção dos ramones. Creio eu que um deixou pro outro, outro deixou pro um e, ao final, ninguém teria tocado nada dos Ramones, a banda punk mais adorada do reduto, pelo que vi nas camisetas.

Então minha banda entrou no palco sob um forte coro de “Ramones! Ramones! Ramones!”. Pensei que seria bonito, antes de iniciar o show, trocar umas palavras com o público, a fim de prepará-los para o que estava por vir. Então eu disse: “Olá, somos Os Vilsos, de Carazinho e só sabemos tocar cinco músicas. E as cinco são uma merda“.

Alguns punks riram, pensando que eu estava fazendo uma piada. Mas não demorou alguns segundos para eles notarem que não era piada nenhuma e que a gente não sabia tocar mesmo. Ao final da primeira música do repertório o organizador do evento subiu no palco e falou no meu ouvido: “Nem esquenta, cara. Toquem uma dos Ramones que o povo vai adorar vocês“. Bom, dito e feito. Anunciei a próxima música.

— Vocês gostam de Ramones, né?
— YEAH!!! – em uníssono, respondeu a platéia.
— Então como é que é?… Hey!…
— Ho! let’s go! Hey Ho! let’s go!…
— Beleza, então vamô tocar um Ramones.

A galera veio abaixo de emoção e então a gente começou a tocar uma música do Musical Terceira Dimensão, chamada Vou Pra Santa Catarina.

A resposta do público não foi muito boa. Alguns rojões e garrafas começaram a pipocar no palco. Mal tinhamos chego no refrão da música e o baterista já tinha levado umas três garafadas na cabeça. E mesmo com um rojão estourando do meu lado e eu ficando cego por alguns minutos, conseguimos tocar a canção inteira sem que ninguém tivesse morrido.

Depois disso os rojões continuaram a chegar, as garrafas a quebrar e, os punks indignados, a nos ameaçar. Mas para nós as apresentações são sagradas e por isso continuamos até o final da quinta música, sem titubear.

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Nessa hora o público já estava um pouco irritado, e durante a letra da última música eu cantei alguns códigos secretos que poderiam parecer gemidos, grunidos e “allrights” para ouvidos desatentos, mas o pessoal da minha banda sabia que aquilo tudo significava somente uma coisa: “Vamos quebrar o vidro da janela que está atrás de nós e fugir por ali“.

O John, o guitarrista, interveio ainda no meio da canção, com backings vocals em forma de grunidos, gemidos e “yeah, babys” que, para ouvidos desatentos, poderiam parecer grunidos, gemidos e “yeah, babys” mas para a banda aquilo significava: “E os instrumentos? O que vamos fazer com eles?

Então eu dei um basta nos grunidos e gemidos e falei, ainda no meio da letra da canção: “Foda-se os intrumentos. Simbora fugir, macacada!”. E nisso eu me atirei na vidraça que se localizava atrás do palco e caí exatamente em cima da nossa Van, que nos esperava lá fora. Os demais membros da banda fizeram o mesmo.

Fomos embora rapidamente, rumo à Carazinho, deixando para três todos os nossos intrumentos, que foram rapidamente confiscados pelos punks que subiram no palco e tocaram “Pet Cemetery”.

Alegria Alegria

Postado em 24 de novembro de 2006

Hoje é sexta-feira.
Dia de tomá uma ceva e fumá unzito.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.