¿dequejeito?

Aulas acabam com a inteligência

Postado em 27 de julho de 2005

Pensemos nós, o que é mais importante: A inteligência motora e cognitiva ou a inteligência afetiva e de relação? Eu frequento aulas na escola há quanto tempo? Uns 18 anos ou mais, e até hoje eu nunca senti falta de deixar de estudar para alguma prova. Sempre me dei bem sem nem precisar prestar atenção na aula. Era só pegar um livro didático um dia antes da prova e mandar ver na decoreba. E nunca rodei na minha vida, até hoje.

Então, dia desses, numa aula da Auto-Escola em que o professor batalhava para conquistar a atenção dos alunos, percebi que a coisa é muito mais simples que parece e você não precisa saber de porra alguma para se dar bem na vida. Basta se divertir e usar a criatividade.

Imaginemos uma aula onde o professor é um ótimo educador e consegue fazer graças e divertir a turma o tempo todo (tipico professor de cursinho pré-vestibular). Os alunos acabam se prendendo na aula, usando seus cérebros para assimilar a matéria dada, pois o professor, sem forçar, deseja e consegue fazer isso. Os alunos acabam por ver a aula voar, não tendo tempo vago para sequer uma ida ao banheiro, quem dirá tempo vago para perder tempo com besteiras.

Pelo contrário, professores ruins e chatos fazem com que seus alunos percam a atenção na aula e comecem a ocupar o tempo destinado ao estudo com besteiras que acabam estimulando a criatividade. Como, por exemplo, participando de joguinhos idiotas:

Jogos durante a aula
Dentre as brincadeiras e passatempos que ajudam no desenvolvimento da criatividade dos alunos e podem ser jogados durante uma aula chata, existem alguns que são os campeões na preferência estudantil. São eles:

– Stop: O Stop está aí. É mais jogado do que truco e é um excelente jogo para exercitar o cérebro. Tudo que você precisa é de um grupo de pessoas que estejam aptas a jogar, uma folha de caderno e uma caneta. Coloca os tópicos, sorteia uma letra e começa o jogo. Quem conseguir mais palavras referentes ao tópico, ganha a rodada. Mais fácil só falsificando assinatura do pai pra sair mais cedo.

– Moleste o Cu de Ferro: Consiste em fazer pequenas bolas de papel (pode usar as folhas rabiscadas do Stop) e arremessar contra a nuca dos CDF’s da sala, que não vão nem se importar com as papeladas na cabeça, pois são burros e preferem prestar atenção na aula do que exercitar a pontaria, cordenação motora e habilidade física.

– Hummm: Você lembra daquele filme da Sessão da Tarde em que uma turma de repetentes tinha que fazer um curso nas férias com um professor surfista? O nome do filme é Curso de Verão. Lembrou? Beleza, então não preciso explicar.

– Avaliação Futura: Mas é claro que nem sempre você poderá contar com a ajuda dos colegas para formar grupos de jogos em aula. Então aqui vai uma dica preciosa de um jogo muito bom que pode ser jogado sozinho, com você mesmo, obviamente.

Primeiramente você deve fazer contato visual com todos os alunos da sua sala de aula e pós uma análise superficial da aparência física e cultural você começa o jogo, divagando sobre o possível futuro de cada colega. Até pode paracer um jogo chato, mas garanto que é satisfatório, se não hoje, daqui há alguns anos quando você descobrirá que a gostosa da turma se tornou atriz pornô ao invés de veterinária.

CDF’s – Inteligentes, criativos ou placebos?
Os CDF’s prestam tanta atenção na aula que acabam não usando o tempo da aula para fazer coisas idiotas. Por isso CDF’s acabam se tornando advogados, publicitários ou jornalistas. Profissões as quais não é necessário o uso do cérebro.

O assunto é sério. Estamos formando uma legião de estudiosos sem carisma. Não pensem nisso.

Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.

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