¿dequejeito?

XVI. ACORDEI DE PAU DURO

Postado em 23 de abril de 2005

Mulheres, pulem esse post. Ou n?o, sei l?. S? n?o reclamem depois.

J? ouviram falar de um mal chamado impot?ncia? J?, n?. Pois eu estou sofrendo do oposto. Isso mesmo, sofrendo.

Acordei hoje por volta das 7 da manh? e ele j? estava de p?. Tomei banho, me arrumei e fiz o desjejum. S? ent?o percebi que ele estava demorando muito pra, digamos, relaxar. Como n?o h? realmente nada que se possa fazer com rela??o a isso, resolvi deixar pra l? – uma hora ia ter que descer.

Mas n?o desceu.

A situa??o come?a a ficar complicada depois de umas duas horas. N?o existe mais posi??o confort?vel e a cueca parece um cinto de castidade. Quando come?ou a doer, fiquei preocupado com a possibilidade de grangrena, mas vi que estava exagerando. A ordem do dia ? relaxar.

Pr?ximo inconveniente: Sair na rua.

Sim, eu tinha aula de dire??o marcada para as 10 – j? eram 9:30 e nada. Coloquei uma bermuda cargo e uma camisa grande, larga. Para um palha?o, s? faltavam os suspens?rios, mas sa? tranquilo. S? dei azar de fazer boa parte do caminho contra o vento, mas nada demais.

A dor ainda est? constante, mas bem fraca. Eu acho que podia ser tens?o, estresse por causa da expectativa da aula, ent?o espero que tudo volte ? normalidade.

Se isso n?o acontecer em uma hora, tenho medo do que a falta de oxigena??o no c?rebro pode acarretar.

  • Comentários desativados em XVI. ACORDEI DE PAU DURO

MCMXVI. 29 de Julho – Parte I

Postado em 20 de abril de 2005

Vamos brincar de m?mica! Nove amigos foram passar o final de semana na casa de praia de um deles. Choveu, ventou e fez frio todo o tempo. Deuu nisso: 2 grupos de 4 pessoas pensando em nomes de filmes. De prefer?ncia longos e abstratos, para que o outro grupo n?o conseguisse descobrir o bendito em 2 minutos. Um preferiu assistir o jogo Col?mbia x Paraguai a ser o juiz.

A brincadeira come?ou e Daniel foi o pioneiro. Mostrou 4 dedos da m?o direita, escolheu o indicador e come?ou a atirar freneticamente. Atirou de pistola, metralhadora, bazooka e nada. Apelou para as armas brancas. Praticamente esquartejava o indiv?duo imagin?rio quando finalmente ouviu:

— Assassinato!

Deu sua aprova??o com o polegar e continuou. Dessa vez escolheu o mindinho, indicando que pularia para a quarta palavra. Repetiu a posi??o em que sua m?o representava um rev?lver, agora apontando para o teto. Desenhava uma liga??o entre indicador e polegar, tudo para ouvir o que nem sonhava.

— Recarregar a pistola!
— N?o, ? aquele gesto de fot?grafo… ?… ?… foco!
— Fotografia! ? isso, Assassinato Fotogr?fico!

Daniel bufou e deixou os ombros ca?rem. Decidiu recome?ar. Esbo?ou um estudante, abrindo seu estojo e pegando algumas coisas. Percebia-se uma r?gua. Depois de tra?ar algumas retas, manipulou o que parecia ser um compasso.

— Assassinato Geom?trico!
— Cala a boca!
— Opa! Olha essa conversa a?!

Daniel pediu desculpas ao outro time e continuou. Agora puxou um objeto especial do estojo invis?vel. Arregalou os olhos e franziu a testa, apontando firmemente para ele. Cuidadosamente o colocou em cima da “mesa”, pegou um “l?pis” e marcou tr?s pontos na “folha”. Ligou-os por duas retas e voltou sua m?o ? posi??o inicial.

— Transferidor!
— 90 Graus!

Seus olhos brilharam. Deu sinal para continuarem as tentativas em cima daquela id?ia.

— Assassinato em 90 Graus!
— 90 graus de puro assassinato!

Estarrecido, Daniel come?ou a pular, mostrando o indicador deseperadamente. O outro grupo – autor da charada ? gargalhava enquanto checava o rel?gio. Os outros estavam perigosamente perto e estupidamente longe ao mesmo tempo.

— 1 Grau de Assassinato!
— Assasinato em Grau ?nico!
— Acabou o tempo! – Os outros intervieram. – J? foram 2 minutos, voc?s n?o fizeram ponto.
— Idiotas! Retardados!

Daniel estava possesso. Esperneava e socava o ar como uma crian?a.

— Qual era o filme, Daniel?
— Assassinato Em Primeiro Grau, seus dementes! Imbecis! Antas!
— Caralho Daniel, que m?mica horr?vel.
— Que merda, hein?

Daniel come?ou a chorar. O outro time se divertia ?s custas dele. Seu grupo ent?o reuniu-se para ir ? forra. Daniel era s? vingan?a.

— Eu sei de um que eles nunca v?o acertar.
— E qual ??
— Obsess?o Fatal.

Todos concordaram e avisaram que estavam prontos. Enviado pelo outro time, Chico ouviu o desafio e pensou por um segundo. Deu o sinal para come?ar.

P?s a m?o direita em forma de concha na testa, fazendo sombra sobre os olhos enquanto olhava para o horizonte.

— Observar!

Chico fez que sim com a cabe?a e depois o sinal para cortarem a palavra.

— Obs!

Esticou o ded?o e continuou. Agora mostrou um “V” e segurou o dedo m?dio. Segunda palavra. Chico, que toca viol?o, desenhou um no ar e fingiu tocar. Deu ?nfase ? sua m?o esquerda, que fazia as posi??es. Olhou para Marcos – que tamb?m toca – e mostrou a sua m?o no dado momento.

— F?! – Marcos exclamou – Obsess?o Fatal!
— Isso! Boa, Marcos.
— N?o valeu! – O outro time se exaltou – Voc?s t?m c?digo, n?o ? poss?vel!
— Nada disso. – Marcos respondeu – Eu chutei, ora.
— Quer saber, isso t? muito chato. – Disse Daniel – Eu vou assistir ao jogo tamb?m.

Ent?o se retirou e perguntou o placar ao que acompanhava a partida.

— 1 a 0 Col?mbia. Gol de Cordoba.
— Cordoba? Ele n?o ? o goleiro?

  • Comentários desativados em MCMXVI. 29 de Julho – Parte I

111402930932974458

Postado em

voces sao todos muito chatos. muito mesmo. chatos, desagradaveis e PRINCIPALMENTE sem gra?a. mas eu nao os culpo, sabe. inclusive e’ por isso que o moskito deu uma afastada. (tai a resposta pra quem ta enchendo o saco perguntando ha tres semanas)

e’ muito dificil fazer humor no brasil. muito mesmo.
pra terminar esse post e justificar essa afirma?ao BOM-BA-STI-C-A com duas noticias que sairam essa semana e vencem qualquer coisa. (nao, a elei?ao do novo papanazi nada tem a ver.)

“O t?cnico Carlos Alberto Parreira convocou na tarde desta segunda-feira os jogadores que disputar?o o amistoso contra a Guatemala, no pr?ximo dia 27 no Pacaembu, e os principais destaques da lista s?o os atacante Grafite e Rom?rio.”
1- o amistoso e’ contra a sele?ao GUATEMALTECA, da guatemala, isso ai;
2- o parreira convocou o romario;
3- o amistoso DA SELE?AO envolve a sele?ao de OUTRO PAIS (e dai que e’ a guatemala) para comemorar os 40 anos da globo. serio.

“O White Stripes vai voltar ao Brasil em junho, e desta vez n?o se limitar? a passar apenas pelo Rio de janeiro, como fez em 2003. A caravana come?a ainda em maio pelo M?xico, passa por Guatemala e Panam? e depois segue para Col?mbia, Chile, Argentina e, por fim, Brasil. Est?o agendadas apresenta??es no hist?rico teatro Amazonas, em Manaus, no dia 1o de junho, Claro Hall, no Rio, dia 3, e Credicard Hall, em S?o Paulo, no dia 4.”

sim, beibe. o white stripes vai tocar em MANAUS. rio, sp e.. MANAUS. confirmadinho.
http://www.whitestripes.com/shows.html

viu como fica dificil?

  • Comentários desativados em 111402930932974458

666

Postado em 19 de abril de 2005

HABEMUS PAPAM

UPTADE: A primeira regra ?: n?s n?o falamos sobre Benedito D?cimo Sexto.

Papa Bento kkkk

Ele ainda ? da Opus Dei. ? a mesma coisa que nomear um Illuminatus como Secret?rio Geral das Na??es Unidas, ou o Eurico Miranda como corregedor da Sunab.

  • Comentários desativados em 666

X

Postado em 18 de abril de 2005

P: Para onde se manda um judeu com DDA?
R: Para um campo de concentra??o.

  • Comentários desativados em X

Salve o Corinthians

Postado em 17 de abril de 2005

PARABENS AO FLUMINENSE PELO SEU 30? TITULO ESTADUAL DE 2005

  • Comentários desativados em Salve o Corinthians

IX

Postado em 14 de abril de 2005

:)

  • Comentários desativados em IX

VIII. Sujeito estranho

Postado em 13 de abril de 2005

Hoje estava esperando o ?nibus quando vi um homem se aproximando. Ele estava mal vestido, parecia apreensivo, ficava se ajeitando todo – principalmente a cal?a – e vinha em minha dire??o. Conclu? que era um assaltante e fingi ignorar sua chegada. N?o deu certo.

– Boa tarde, amigo.
– Opa.
– Eu gostaria de saber a sua opini?o. “Que ladr?o educado”, pensei.
– Sobre?
– Voc? acha que a minha cal?a est? pescando?

Incr?dulo, olhei para a barra da cal?a e depois pra ele. Olhei de novo para a barra da cal?a e de volta para ele. Ent?o olhei mais uma vez e fiquei.

– Digo, a bainha, voc? sabe… ela est? curta?
– Olha, sei l?. Faz o seguinte: Vai andando, naturalmente, at? aquela banca de jornais ali, que eu vejo pra voc?.
– Ah, obrigado.

O cara foi. “Assim est? bom?”, perguntou.

– Agora est? muito longe. Vem at? esse poste aqui, que d? pra ver melhor.

O cara veio.

– E agora?
– Hmmm. Olha, faz o 4 a?.
– Ficar de quatro?
– N?o, FAZER o 4. Assim, ? – Demonstrei a posi??o ao homem. – Agora fa?a voc?.
– Meu amigo, que brincadeira ? essa?
– Amigo digo eu! Voc? quer ou n?o quer saber se a sua cal?a est? pescando?!
– Eu quero, mas…
– Ent?o faz logo a droga do 4! – Ordenei a ele. Depois comentei com uma senhora que observava a cena: “? cada um que me aparece…”

Quando olhei de volta, o homem j? n?o estava mais l?. S? consegui v?-lo subindo, ?s pressas, no ?nibus que partia. A barra da cal?a ia no meio da canela. Sujeito estranho.

  • Comentários desativados em VIII. Sujeito estranho

111340715132249531

Postado em

estou gravida e e’ uma menina! :)

  • Comentários desativados em 111340715132249531

VII

Postado em 12 de abril de 2005

Quando foi a ?ltima vez que voc? perdeu um dente?

  • Comentários desativados em VII


Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.