¿dequejeito?

Shopping da Gávea

Postado em 18 de março de 2005

O Shopping da Gávea é o shopping mais legal do mundo. Quem é do Rio sabe do que eu to falando, e quem não sabe vai ficar sabendo agora.

O Shopping da Gávea é o local onde todo mundo descolado vai. Em dois dias que eu fui lá, avistei no mínimo umas vinte celebridades globais. Mas não é só de celebridades globais que o shopping vive.

A rapazeada que frequenta o Gávea é toda cheia de jeito. Gente rica ou que finge ser rica que vai lá pra ficar vendo as celebridades passar. E quando uma celebridade passa, a rapazeada descolada finge não conhecer. Pois não existe nada mais glamuroso do que ignorar gente famosa.

E é por isso que as celebridades gostam tanto de passear no Shopping da Gávea. Pois sabem que lá nenhum neguinho vai chegar pedindo um autógrafo para a tia gorda que mora em Niterói e ama de paixão o artista.

E é no Shopping da Gávea que você pode encontrar a maior concentração mundial de pessoas parecidas com o Marcelo Camelo, do Los Hermanos. A quantidade de camisas Polo listradas e barbas não é brincadeira não. Chega a dar vertigem nos mais idosos.

Aliás, foi no lá no shopping que eu tive uma idéia muito batuta.
Sabem aquele comercial do Assolan, com bebezinhos fofinhos com cabelo black power? Pois é. Pensei que o Los Hermanos poderia muito bem fazer um clipe assim, com criancinhas pequeninas vestindo camisas Polo listradas e barbas postiças. Iria ficar muito “ouunnnn” um clipe assim. Ia me amarrar.

Mas voltando a falar do shopping.
Eu escrevi uma música para o shopping. Na verdade eu escrevi o HINO do Shopping da Gávea. Até tentei cantar lá, enquanto tomava café na Casa do Pão de Queijo, mas a minha namorada não deixou. Acho que ela ficou envergonhada quando eu subi na mesinha e segurei na mão de uma velha com botox no rosto todo.

Hino Nacional do Shopping da Gávea

Shopping da Gávea, Shopping da Gávea
Com suas Lojas tão formosas
Shopping da Gávea, Shopping da Gávea
E pessoas muito famosas

Mulheres de Botox
Cachorros e blusas roxas
Muita plástica na cara
E atores da malhação

Refrão 2X

Em visita ao Rio de Janeiro, passe pelo Shopping da Gávea e se ligue no barzinho da esquina. Lá pode estar Marcelo Camelo tomando uma cervejinha de fim de tarde.

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Alegria Alegria

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Hoje é sexta-feira.
Dia de tomá uma ceva e fumá unzito.

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Notícias Mundiais que só acontecem em Carazinho

Postado em 17 de março de 2005

Vamos conferir as notícias que viraram notícias nos principais jornais do mundo em Carazinho no Rio Grande do Sul. Aconteceu…

Ônibus adaptado já circula em Carazinho
O primeiro ônibus para portadores de necessidades especiais já está circulando na cidade de Carazinho. Ele está funcionando desde o dia 08 de março e com um trajeto provisório sendo que pela manhã um lado da cidade: São Sebastião, Ouro preto, Vila Rica, etc, e á tarde em outro lado da cidade: Hípica, Floresta, Av. Pátria, Oriental entre outros.

“O ônibus tem porta de trás normal, mas agora tem a porta do meio com elevador que é baixa para poder pegar a cadeira e na frente para descer as pessoas, ou seja, do elevador para frente é só para as pessoas portadoras de necessidades especiais” explica Nélio da Silveira – presidente da associação de deficientes físicos de Carazinho.

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Um encontro com Andre Dahmer Ilustrador

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O telefone toca.

— Ô moskito.
— Opa, Andre Dahmer Ilustrador.
— Aparece aqui em casa hoje a noite.
— Demorou. Qual endereço?
— É na rua XXXXXXXXX XXXX XXXX, XX
— Em que bairro fica isso?
— São Conrado.

À noite, na casa de Andre Dahmer Ilustrador.

— Aí, moskito. Que bom que você veio.
— Grande Andre Dahmer Ilustrador.
— Entra aí, vou ligar um som pra nós curtir.
— Legal.
— Hã…
— (…)
— Hum…
— Que foi, Andre Dahmer Ilustrador?
— Porra, liga o som você que eu não sei como faz.
— Ué.. Não sabe?
— Liga aí. Enquanto isso eu pego uma cervejinha pra nós.

Ele vai até a metade do caminho, desiste e da meia volta.

— Opa. A cozinha fica pro outro lado.

Ele entra na cozinha e fica no escuro.

— Liga a luz aí, Andre Dahmer Ilustrador.
— To tentando achar o interruptor.
— Mas…
— Achei.

As luzes se ligam.

— Então. Quer comer alguma coisa também?
— Ah, nem esquenta com…
— Perae que eu vou ali no quarto de criança buscar uns chocolates.

Vai até um quarto e volta com o ovo de páscoa.

— Pega aí, moskito.
— Você tem filhos, cara?
— Não, não… Essa casa não é…

Um barulho no portão da casa. E Andre Dahmer Ilustrador, que até a pouco era negão, fica branco de susto.

— QUE BARULHO FOI ESSE?
— Ah. Tem um carro ali na frente.
— CARRO? QUE CARRO?
— Uma BMW, cara.
— PUTA MERDA. FOGE MOSKITO. FOGE.
— Hein?
— OS DONOS DA CASA, PORRAAAAAAA.

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Passatempo de Hotel

Postado em 16 de março de 2005

Como São Paulo é uma cidade bastante sem graça, tivemos que improvisar algumas atividades para passar o tempo no quarto do hotel. Uma delas foi recortar embalagens de esfihas e fazer mascaras do Kibe Loco.

Depois foi só colocar as mascaras e sair pela Avenida Paulista contando piadinhas engraçadinhas mimimi…

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Ah, vai dizer que tu não fuma?

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Como todos sabem, fui para o Rio de Janeiro para fazer um curso de especialização audiovisual. Então todo o santo dia eu ia para a UniRio para ter aulinhas meia boca com professores mediocres.

Primeiro dia de aula. Aquele solão desgraçado, calouros por todos os lados e o Bondinho passando ali no lado da faculdade. Uma visão do inferno. E eu lá, mochilão e fones no ouvido, só querendo achar a minha maldita sala e ter minha bendita aula.

Obs: Acabei de notar que as palavras “maldita” e “bendita” são uniões de outras palavras: Bem-dita e Mal-dita. Que legal, que legal…

Mas continuando.
Lá estava eu, caminhando rumo ao nada, pois não sabia onde que seria a minha mal dita (ahrá! massa) aula de Diálogos Reduzidos para Roteiro de Televisão I. Quando de repente, do nada, me aparece um maluco, claramente era um calouro, acompanhado de duas meninas com camisetas de bandas de reggae.

— Ae, companheiro. Chegaí um minuto.
— Eu? – perguntei apontando pro meu próprio peito.
— Sim, você mermo.
— Sim?
— Tu, por acaso, não tem um pouco pra vender?
— Oi?
— Porra, malandro. Maconha.
— Como?
— Cê não tem maconha pra vender?
— Eu não, cara.
— Sabe quem tem?
— Bah, nem sei.

— O cara não fuma – Disse uma das meninas.
— Aha. Duvido. Tem a maior cara de maconheiro.
— Ele disse que não fuma, pô.
— Eu sei reconhecer um maconheiro, caraca.

Fiquei ali parado, enquanto os calouros discutiam se eu tinha ou não cara de maconheiro. Quando o diálogo começou a se tornar uma briga, interrompi a discussão dos três:

— Galerinha, posso ir pra minha aula?
— Ah. pode sim. Valeo aí, caretão.

E lá fui eu, a passos largos mas com os ouvidos atentos na discussão. Depois de cruzar o bosque que se localiza no centro da faculdade, olhei para trás e lá ao fundo avistei os três jovens maconheiros ainda falando alto e gesticulando.

Uma das meninas gritava com as mãos pro alto: “Não fuma, porra!”. Enquanto o cara, com a mão na testa, berrava aos ventos: “Ele tinha cara de maconheiro, caralho. To falando”. E foi nesse dia que eu parei de usar drogas.

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As melhores piadas de pescou pescou do mundo.

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— Sério. O Eri Johnson pegou a ex-mulher do Frota.
— Porra, eu pensava que o Eri Johnson era boiola.
— Que nada. Ele só tem pinta.

Pescou? Pescou?
Só tem pinta… HAhahaha
Como eu sou engraçado.

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Analisando bem…

Postado em 15 de março de 2005

E tem aquela ponte Rio – Niterói que se você parar na entrada dela e olhar para a direita vai ver, lá ao fundo, o final da ponte. Isto é, ela tem o formato de um “U”. E isso quer dizer que você, ao “cruzar” a ponte, acaba voltando pro mesmo lugar: o Rio de Janeiro. Pior é que o povo “niteroiano” nem se toca disso. A cidade de Niterói sequer existe, já que a ponte só serve como elemento cenográfico.

Lamentável é eu ter que sair lá do Rio grande do Sul para notar que Niterói é um placebo do governo para cobrar pedágio dos enganados moradores locais.

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Analisando bem…

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Pelo que vi, a cidade do Rio de Janeiro é menor que Carazinho. Eles só sabem disfarçar bem, colocando morros com luzinhas penduradas por todos os lados da cidade. Assim você pensa que tá sempre num lugar diferente, mas é sempre a mesma coisa: praias, condomínios e morros com luzinhas.

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Informe Publicitário

Postado em 14 de março de 2005

Interrompemos a série de textos sobre a minha viagem ao Rio de Janeiro e São Paulo para informar que o DQJ possui uma comunidade no orkut. As 30 primeiras pessoas que entrarem na comunidade ganham um desodorante Rexona.
Aqui: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1483100

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.