¿dequejeito?

Mas veja que beleza

Postado em 31 de dezembro de 2004

Personalidade blogueiras deste Brasilzão de meu Deus invadiram Carazinho – RS e estão todas empilhadas nos colchões da minha casa. Minha mãe entope eles de comidas gostosas e amanhã nós iremos todos cortar nossos cabelos no Pedro, o cabeleireiro mais macho do mundo. Vai ser lindo.
O show da virada vai ser aqui e só a panela veio.
Necromongers pra vocês.

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Eu sou pureza :~

Postado em 29 de dezembro de 2004

Então eu até tentei evitar, mas hoje foi o grande dia em que dei ínicio à auto-escola. Mesmo sendo filho do gerente geral da auto-escola, não tive regalias nem facilidades. Depois de preencher vários formulários, me encaminharam para os mais variados testes onde, óbvio, me testariam de várias formas para saber se eu posso dirigir um automóvel neste brasilzão de meu Deus.

Teste de Visão
Bom, como eu sou o filho designer do gerente geral da auto-escola, esqueceram de avisar o médico que fui eu que fiz aquela plaquinha com as letras em tamanhos diferentes. Então sabia tudo de cór.

O teste começou, li as primieras linhas sem problemas. O doutor colocou um papel preto na frente do olho esquerdo (para testar a visão do olho direito) e eu continuei lendo sem maiores problemas. Ele colocou o papel na frente do outro olho e eu continuei lendo, até as linhas muito minusculas.

Então o doutor meio que sacou a minha armação e colocou o papel preto na frente dos meus dois olhos e disse um sarcástico: “Lê agora, viado”. E eu continuei “lendo”. Até o fim, mesmo sem visualizar as letras. Depois ele leu minha ficha e viu que eu sou filho do gerente geral da auto-escola e resolveu me aprovar no teste de visão. Então me enviaram para…

O Teste Psicotécnico
Não, não é o teste psicodélico. Até seria legal se servissem ácido e tocassem Ronnie Von, mas não tinha nada de psicodélico, além de mim. A psicologa entregou uma folha com uns símbolos sem sentido. E você tem que assinalar alguns deles. Bom, são uns 100 ou mais símbolos, e a doutora disse que o normal é acertar 40% deles. E eu acertei 80% porque eu sou o mega blaster foda e inteligente.

Depois ela mandou eu fazer uns desenhos. Uma casa, uma árvore e uma pessoa. Não sei pra que serve esse teste, mas acho que é pra saber se eu sei diferenciar um do outro. Por que é muito melhor eu atropelar uma árvore do que uma pessoa, né gente.

Depois de tudo, ela disse que eu fui uns dos melhores alunos que ela já testou. Que os 80% de acertos no teste deixaram ela excitada e ela tava afinzona de me dar. É claro que nem pensei duas vezes pra responder:

“Doutora, eu sou pureza. Não rola.”

E fui embora, com a aprovação nos testes e ainda cabaço.

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Até que foi legal

Postado em 28 de dezembro de 2004

Eu tava relendo as porcarias indicadas do post sobre os Top 10 piores de 2004. Até que tem coisa boa ali. O ano não foi totalmente perdido. Poderia ser muito pior devido as circunstâncias.

Deixe-me refrescar sua memória. Em 2003 eu tava numa fase foda, postando uns três ou quatro textos por dia, no mínimo. O ano de 2003 foi o melhor de toda a história desse blog. Então em abril desse ano eu e a esposa da época terminamos e eu fiquei um mês sem escrever sequer um “já volto”. Então eu voltei com o blog e com uma esposa nova, que durou, sei lá, uns dois ou oito meses, não lembro.

E quando eu voltei, pra valer, não tinha mais muita coisa pra dizer. Então os posts caíram pra uns quatro por semana, no máximo. Eu até queria escrever mais, tanto por motivos pessoais como futuro-profissionais, mas não consigo. Eu to vendo que não da pra colocar qualquer merda no ar. Eu fico lesado de tanto reler textos antes de posta-los aqui.

E pra avacalhar tudo, junto com toda essa merda sentimental eu ainda tive que pedir demissão do meu trampo, que era total preza e dos sonhos, por causa de uma puta depressão. E pra avacalhar ainda mais eu, agora, to contando a verdade no blog. Eu acho que nunca fiz isso.

Pra finalizar, esse ano (a parte boa dele) é dedicado ao Abossal.

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TOP 10 Piores do Ano 2004

Postado em 25 de dezembro de 2004

Agora a coisa ficou pesada. Depois da discutida lista dos melhores do ano, sobrou-me o trabalho de eleger os piores de 2004.

01. Pior música
Seria muito fácil eu dizer que a pior música é alguma do KLB ou do Detonautas, mas não teria graça nenhuma dar essa possibilidade para alguém que eu já não curto. Portanto vou eleger a pior canção dentre canções de bandas que eu gosto ou, pelo menos, esperava algo mais neste ano. A pior música de 2004 é Shut Up do Black Eyed Peas. Mas eles podem ter a pior música. Eles tem a licença poética para fazer as merdas que quiserem, desde que mantenham os clipes com a gostosa rebolando.

02. Pior banda
O IRA conseguiu fazer aquele acústico chulé, com músicas chulés, com letras chulés. Não há Foot Works que salve o rock nacional. Ainda bem que aqui no Sul as coisas são diferentes, são boas, exceto Reação em Cadeia.

03. Pior show
Novamente não teria graça eleger como pior show a apresentação de uma banda que eu não goste. Los Hermanos no Bem Brasil se mostrou um show lindo de se ver. Muito bagre vestindo camisetas do Che Guevara enquanto que a banda parecia morta no palco. Se não estivesse sendo transmitido ao vivo para todo Brasil eu diria que era um truque cenográfico, tal qual a chegada do homem a lua.

04. Pior na televisão
Os diretores da Rede Tv proibiram que o programa do Clodovil fosse exibido ao vivo. Era tão legal quando ele falava mal de políticos e famosos sem se preocupar com processos. Agora eles gravam tudo e selecionam o que vai ou não pro ar. Virou um programa pra fresco.

05. Pior filme
Dogville.

06. Pior zoação comigo
Neguinho me mandou uma ameaça de processo falsa e muito mal feita, dizendo que eu sou preconceituoso. Mandei uma resposta “apavorada” fingindo que tinha acreditado e o cara mandou outro e-mail dizendo: “Aha! te enganei, moskito“. Sem mais.

07. Pior piada
Piu!

08. Pior boato
Certa vez o Marco Aurélio tava sofrendo com stalkers no seu blog. Tipo, a galera tava pegando muito no pé dele. Então eu fui até os comentários e escrevi que a mãe do Marco estava muito doente, ou que havia morrido (agora não to lembrando). E a galera toda ficou com pena do Marco e todos malditos stalkers pediram desculpas e pararam de atacar o cara. Foi hilário, porém maldoso.

09. Pior e-mail
Eu havia postado algo no blog e usado da palavra “travestilidade” no meio do texto. Uma moça, através do google, chegou aqui e me mandou um e-mail me pedindo um depoimento sobre minha vida de travesti. É claro que eu contei toda minha história sofrida nesta vida gay. Quem desejar, pode ler aqui neste link a troca de e-mails mais zoada que eu já tive.

10. Pior post
HAHAHAHA Com certeza absoluta esse não só é o pior texto de 2004 como o pior texto de toda história literária virtual. Acompanhem no link.

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Alegria Alegria – É Natal

Postado em 24 de dezembro de 2004

To t?o lesado que esqueci do Alegria Alegria de hoje. Pe?o desculpas, jovem povo. Eu assisti o “Segundas Inten??es 3” mas ainda n?o vou fazer o release dele pois estou baixando o “Segundas Inten??es 2” para ver tamb?m. Tamb?m to fazendo a listinha de piores do ano. E tem muita coisa ruim que aconteceu ent?o to tendo que me puxar pra ‘escolher os escolhidos’ (tsc).

Aqui em casa o Natal ? sempre assim. Um dia comum com coisas gostosas pra comer. Aquele lance de capitalismo, de esquecer o verdadeiro sentido do Natal e se apoiar em bens materias, aqui n?o existe. aqui em casa o dia 25 de dezembro ? o dia de comer bem. S? isso.



Clique na imagem e baixe o tema m?sical do Natal
cantado pelo coral blogueiro + moskito e Marco Aur?lio.

Minha m?e colocou um daqueles esquemas natalinos no forno. Sempre esque?o o nome, ma s? uma ave de Natal, saca? Eu chamo de Galinha, mas acho que rola outro nome. Ali?s, eu chamo de galinha qualquer ser que tenha asas.

— Que galinha bonita
— Aonde?
— Ali ?.
— Mas aquilo ali ? uma borboleta, porra.

Bom, minha m?e colocou uma galinha no forno. Ela devia ter uns 8 metros de altura. Depois de sei la quantas horas assando o bicho ficou parecendo uma pombinha. Tipo, encolheu pra caralho. Ent?o ela foi no mercado e comprou doces, muitos doces. Viva o Natal.

Listinha de presentes que eu mesmo comprei para mim.
Aqui em casa n?o rola essa de presente natalino. Ent?o, se que quero uma coisa, eu que devo comprar. Eu pedi pro Papai Noel um cinto preto com spikes, mas parece que ele ? burro e surdo. Ent?o comprei outras coisas variadas:

– Cd Outubro ou Nada (Bid? ou Balde)
– Cd Se Sexo ? o que Importa, S? Rock ? Sobre Amor (Bid? ou Balde)
– Camiseta da Cher – Revolu??o e Glamour*
– Bon? de telinha da Monssanto do Brasil
– Livro Como Resolver Problemas de Roteiro

Sim, 2005 ? o ano da verdade. Vou acabar minha faculdade de Desenho Industrial e planejo nunca mais ter que trabalhar com isso. Serei um roteirista da Globo ou redator da revista MTV. Esperem e ver?o, outono, inverno…

Feliz Natal, macacada.

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Promoção de Natal

Postado em 23 de dezembro de 2004

As 20 primeiras pessoas que acessarem este blog e elogiarem o novo layout do mesmo ganharão um exemplar do meu livro “Como enganar pessoas pela internet com falsas promoções“. Valendo.

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TOP 5 Melhores posts de 2004

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Vou parar de frescura e deixar a humildade de lado (eu nunca tive humildade mesmo) e vou postar os cinco melhores posts deste bom ano. Logo abaixo você, nobre leitor, poderá ler os cinco melhores textos publicados neste site no ano de 2004. Boa leitura.

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The Long File

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A simples tarefa de devolver um livro na biblioteca da faculdade é um ato muito curioso. Na fila de devolução, geralemente formada por umas 73 pessoas, você vê de tudo. Tem neguinho dando em cima das minazinhas, tem os fura filas, os reclamões bravos com a lentidão da coisa toda e os nervosos que ficam batendo o pé ou fazendo algum movimento repetitivo enquanto todos os outros notam.

Estava eu em uma dessas intermináveis filas demoniacas para devolver um livro chamado “Las Plantas Alucinógenas“. Já estava impaciente há quase 20 minutos parado de pé, enquanto que lá na frente uma tiazinha reclamava da taxa de multa por atraso que estavam cobrando dela.

Neste momento recebo um tapinha no ombro, me viro com o meu já conhecido simpático sorriso “não fode” e olho para trás. Era um tiozão, já com seus quarenta e poucos anos, segurando mais ou menos uns 7 livros variados. Como ele havia dado aquele tapinha? pensei.

— Oi? – disse eu, sem querer ouvir a resposta
— Olá, meu jovem.
— Eu te conheço?
— Não, creio que não me conhece.
— Eu devia te conhecer?
— Não, creio que não.
— Você me conhece?
— Não.
— Deveria?
— Não

Nos olhamos, analisamos a situação. Depois de 30 segundos de total silêncio ele resolveu quebrar o clima de “eu não entendi você” que pairava no ar e continuou a falar:

— Sabe – disse o tiozão.
— O que?
— Sua coluna – apontando em direção da minha bunda.
— O que tem minha coluna?
— Eu tava notando que ela está bem torta.
— Torta?
— É. Curvada, diria eu.
— Eu tenho lordose, mas…
— Imaginei.

Eu hein, que cara estranho que chegou. Até parece não achar lugar no corpo em que Deus lhe encarnou. Resolvi virar para frente afim de acompanhar com os olhos à tia lá da frente ainda discutindo com a atendente da biblioteca. Quando sou, novamente, interrompido com um tapinha no ombro. Tentei me virar rápido desta vez, para ver se conseguia descobrir como ele estava dando tapinhas em mim sendo que carregava 7 livros em suas mãos. Sem sucesso.

— Sim? – perguntei.
— Eu estava notando que…
— Minha coluna?
— Sim.
— O que tem?
— Lordose, não?
— Sim.
— Eu queria saber se…
— O que?
— Se eu poderia ver.
— Ver o que, porra?
— Sua coluna
— Como assim?
— Queria ver como é a lordose.
— Hein?
— É que eu acho que eu também tenho, então queria comparar.
— Mas..
— Só da uma erguidinha aí na camiseta que eu vejo.

Relutei, pensei que podia se tratar de algum tarado ou gay comedor de criancinhas, mas então cheguei a conclusão de que seria uma boa história para contar pros meus filhos num futuro próximo e, então, ergui um pouco minha camiseta, mostrando minha coluna torta.

— Hum…
— Viu?
— Sim, interessante.
— O que foi?
— É diferente da minha coluna.
— É? – questionei.
— Você poderia ver minhas costas e dizer se é lordose?
— Hein?
— É, só uma olhadinha rápida.

Novamente pensei na satisfação de meus dois filhos ao ouvir esta história no futuro. Uma cena linda se formou em minha mente: tapete fofinho, chimarrão e duas crianças brincando de Resta Um enquanto eu, empolgado, conto pela quadragésima vez a história sobre o dia em que o tiozão viu minha lordose. Meus pensamentos familiares foram interrompidos pelo tal tiozão.

— Por favor. Eu preciso tirar essa dúvida.
— Tá bom. Mostra ela aí.
— Não posso.
— Porra. Por que?
— Os livros.
— Ah sim. Quer que eu segure eles?
— Não. faz assim. Você levanta minha camisa e olha.
— Ok.

Levantei a camiseta do tiozão até a metade das costas e dei uma breve e clínica olhadela analítica. As pessoas que estavam na fila já estavam notando todo aquele “homo appeal” no recinto, mas fingiram ignorar.

— Viu? – perguntou o tiozão.
— Sim.
— É lordose?
— É não, senhor.
— Ué, então é o que?
— Não sei, não vejo nada de errado.
— Nossa! Nadica?
— Nadica de nada.
— Nada mesmo?
— Nada.
— Nossa. Que bom. Obrigado.
— De nada.
— Agora vou indo. Já estou atrasado.
— Ok, até mais então.

E lá se foi o tio com seus 7 livros em direção à saída da biblioteca. A mulher lá na frente ainda estava brigando com a atendente. Abri o livro na página 64 e li mais uma vez o capítulo 8: “Como fabricar um chá alucinógeno caseiro usando apenas água, erva mate e orégano”.

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2º LUGAR – Melhor post do ano

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Um Tabefe muito louco de Verão
Estava eu indo da minha casa até o ponto de ônibus (cerca de 400 metros) para pegar o ônibus (dã!) para a faculdade. Quando estava percorrendo os 250 metros, por aí, um carro marrom, com sirenes no topo, parou e me abordou:

— Oh! Moleque. Onde cê tá indo?
— Pra aula, seu guarda.
— Guarda o caralho. Sou policial, piá de merda.
— Desculpa, senhor.

Os dois caras de farda desceram do carro e mandaram eu encostar na parede.

— Mão na cabeça, moleque.
— Sim senhor.

Como habitualmente fazem comigo, chutaram meu tornozelo com uma daquelas botas com ferro na ponta a fim de que eu abrisse minhas pernas para ser revistado. Controlei a dor e não reclamei.

— Mas veja só o que achei aqui neste bolso.
— O que? Esse bolso tá furado. Nada para aí.
— Hmm.. Mas veja só o que encontrei no outro bolso então.
— Ahaha. Só pode ser piada.
— Cala boca, maconheiro. (tabefe na nuca)

Eles haviam “encontrado” um pacote com algo parecido com orégano dentro. Óbvio que eu não ando com essas coisas no bolso. Exceto quando quero fazer uma pizza, então o orégano é indispensável.

— Seu guarda…
— Policial, seu puto! (tabefe na nuca)
— Policial, senhor. Essa coisa não é minha não.
— Não? Então como ela foi parar no seu bolso?
— Ué. Você colocou aí.
— Hmmm.

Nisso eu levo mais um tabefe na nuca e meu ônibus passa com alguns amigos meus olhando pela janela e apontando como se falassem: “Olha lá o moskito perdendo o ônibus pra faculdade e apanhando dos guardas”.

— Tu tá querendo dizer que nós armamos pra você?
— Sim.

Levei outro tabefe.

— Tu vai ir pra delegacia com nós, piá.
— Está bem, lá vocês ligam pro meu pai e ele vai levar meus exames médicos que provam que eu não posso usar nenhuma substância que acelere os batimentos cardiacos, pois corro o risco de morrer.
— É?
— Sim, assim ficará óbvio que eu não uso drogas e que obviamente vocês queriam apenas me dar um atraque pra mostrar serviço.

Os policiais se olharam. Fizeram sinais de olhos entre si, voltaram a me dar um tabefe e falaram em tom de imposição:

— Hum… Tá bom, você está liberado.
— Liberado? Eu perdi meu ônibus, seu guarda.
— É?
— E agora preciso de uma carona até a faculdade. Porque não posso ir caminhando até lá. Sabe, tem esse problema no coração.
— Hmmm.

Eles se olharam, fizeram um sinal de mão tipo alienigena e deram a ordem: “Entra na viatura, viado. Não queremos ser responsabilizados pela sua parada cardiaca”. E lá fui eu pra faculdade, escoltado.

— Ae, tiozinho. Não rola ligar a sirene aí?
— Hein?
— Só pra galera da faculdade me ver chegando escoltado.
— Tu ta zoando?
— Não.
— Hmmm.

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5º LUGAR – Melhor post do ano

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— Se você estivesse com vontade de cagar, você cagaria?
— Claro que sim!
— Mas e se você estivesse com vontade de cagar. Durante a festa de aniversário do Jesus, Me Chicoteia!. Você cagaria?
— Claro que não.

Neste momento lembrei de um antigo artifício, me ensinado por meu avô, que faz qualquer perturbação intestinal e estomacal passar. Ensinei o Método Mental de Esvaziação Intestinal Von Doscht para Thiago Capanema, enquanto Rafael e Alfinete gargalhavam de minha explicação.

Alguns podem não acreditar, mas com este Método Mental de Esvaziação Intestinal Von Doscht, Thiago não só conseguiu controlar sua dor na barriga como também pegou várias mulheres pela festa.
Como sou amigão de vocês, lhes ensinarei este método.

Método Mental de Esvaziação Intestinal Von Doscht
Quantas vezes você já passou apuros no meio da rua, de uma festa, de uma aula. Quantas vezes você já teve vontade de cagar mas a vergonha ou o local não possibilitou sua evacuação?
Pois eu tenho a solução.

Com o poder da mente você poderá controlar essa merda toda e não mais sentir dor alguma ou incomodação na sua barriga.
Tudo que você tem que fazer é imaginar um círculo. Dentro deste círculo imagine um núcleo.
Este núcleo tem o poder necessário para fazer sua vontade de cagar passar. Acredite no núcleo. Pense no núcleo. Imagine o núcleo dentro do círculo e dentro deste círculo imagine todo seu cocô flutuando.

Visualize, veja como o círculo está lotado de merda. Aprecie o poderoso núcleo, pois, com o poder de sua mente, ele sugará todo seu cocô.
Lentamente imagine o núcleo sugando todo o cocô do círculo. Imagine o círculo se esvaziando, ficando leve, o cocô está indo embora graças ao poder de sucção do núcleo, o maravilhoso núcleo.

Pronto.
Abra os olhos e note que a dor na barriga passou. Você está leve e pronto para caminhar e correr por aí. Caso a vontade de cagar volte a lhe atormentar, repita o Método Mental de Esvaziação Intestinal Von Doscht.

E não precisa me agradecer.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.