¿dequejeito?

Alegria Alegria

Postado em 22 de outubro de 2004

Pessoal da Fábrica de Quadrinhos colocou no ar um jogo em flash que eu fiz. Pra jogar basta entrar no Mundo Canibal e clicar no menu Games. O nome do jogo é “O Yoda Muito louco de Verão”. Também aparece uma propaganda do jogo na página inicial da Fábrica. Fera.

Camisetas
To colocando no ar a página da lojinha do ¿dequejeito? com as últimas camisetas do estoque para vender a preço de CD pirata do Br’oz. Tudo muito bonito e bem feitinho. Comprem e ajudem a enriquecer a família Von Doscht do Brasil.
Eu preciso do seu dinheiro para ser feliz.

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Notícias Mundiais que só acontecem em Carazinho

Postado em 21 de outubro de 2004

Vamos conferir as notícias que viraram notícias nos principais jornais do mundo em Carazinho no Rio Grande do Sul. Aconteceu…

Começam os preparativos para o Natal Alegria 2004
A confecção dos enfeites natalinos para o Natal Alegria 2004 iniciou neste semana. A produção da ornamentação ficará a cargo de 15 grupos de terceira idade. A professora da SMEC, Cleci Moreira da Rosa, está passando nos grupos para ensinar como se corta as garrafas pet para fazer os miolos, as pétalas e as folhas que darão forma as flores que enfeitaram os pinheiros de natal.
Este ano uma das novidades será a confecção de 100 estrelas natalinas que irão dar mais brilho a ornamentação. “Além dos grupos de terceira idade, 10 presidiários irão montar as flores e a secretaria de Obras será responsável pela pintura das mesmas”, disse Thaíse Albuquerque, destacando que foi solicitado junto à direção do PECAR (Presídio Estadual de Carazinho) mais 3 detentos do regime semi-aberto para ajudarem na montagem dos pinheiros.
A Moltecni cedeu o galpão onde a empresa funcionava para a montagem e a recuperação dos enfeites que foram danificados no natal passado. Em 2003, foram confeccionados 22 pinheiros de natal e este ano a previsão é montar 30 pinheiros de 2 metros e 10 de 3 metros.

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Postado em 20 de outubro de 2004

Caralhos Voadores, o Super Homem morreu. Como se isto fosse abalar alguma coisa. Mas vamos ao que realmente interessa: bucetas o ¿dequejeito?. Agora tem um sisteminha divino nos comentários que edita, exclui e proibi qualquer visitante de usar a caixa de comentários. Na última semana já bani uns sete comentaristas metidos a engraçados, mas é claro que tem aqueles espertos e sortudos que não tem um IP fixo e, portanto, podem comentar mesmo estando banidos. Nada que não tenha solução. Edito os comentários os deixando parecer mais idiotas que já são.

O fã-clube do moskito está abrindo vagas para presidente. Como se ele fosse alguma celebridade, hein. Mas então, o putinho do Gaybriel disse que precisa de um novo homem no poder do seu fã clube. Não que mulheres não possam participar, basta serem machos o bastante para tentar. Sei lá, enviem um e-mail para ele pedindo a presidência, puxem o saco, sejam vocês mesmos. Não sei qual o critério de avaliação dessa porra toda. Como se isso importasse.

Nos próximos dias vai entrar no ar a página da lojinha do ¿dequejeito?, onde serão comercializadas camisetas, bottons e xícaras com a minha cara estampada. Lembrando que quem fez a minha ilustração foi o namoradinho do moskito, o Andre Dahmer.

E voltando a falar dos comentários, agora eles tem um Disclaimer. Não por medo de processo, não por recomendação de advogado, não por frescura. Mas é que tá todo mundo usando e acho que temos que seguir a porra da moda.

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Xis galinha, né?

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Certa vez o John Loco Atoshman (músico contratado dos Wilsos e companheiro de jornada) estava em sua casa com a maior das laricas possíveis. Então John decidiu pegar o telefone e ligar para o incrível China in Box de Carazinho.

China in Box de Carazinho é um lugar igual ao China in Box, fica nos limites do município de Carazinho – RS, mas não é um restaurante da rede China in Box oficialmente registrado.

— Alô, é China in Box?
— Si, é China in Box, né.
— Tem como mandar um yakissoba pra cá?
— Yakissoba né.
— Sim.
— Yakissoba não tem mais, né.
— Então qual é a dica da casa?
— Xis né.
— Xis?
— Si, xis galinha. Gostoso né.
— Tá bom, manda um.

Sete minutos depois tocam a campainha da casa do John. Ele olha pra fora e tem um negão trajando uma camiseta da No Stress Garopaba Brasil, segurando uma sacolinha numa mão e um capacete na outra.

— Sim?
— John, né?
— Sim, sou eu.
— Eu China in Box né. Trouxe o xis galinha. Gostoso, né.

Na outra semana fomos lá conferir e não encontramos sequer uma alma oriental trabalhando no lugar, no entanto todos falavam “né” no final das frases.
Esse foi mais um programa da série: Além dos limites da imaginação, né.

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Explicações

Postado em 19 de outubro de 2004

Como existem pelo menos uns 73 visitantes que trabalham na Contigo! e precisam saber das fofocas da semana, aí vai os esclarecimentos gerais da minha vidinha pessoal.

Bom, imaginem que o planeta Terra é uma maçã e a área que conhecemos é relativamente igual a espessura da casca da maçã. Não, espera aí! Esse exemplo não serve para agora. Então imagine aquele garotinho do filme “Um tira no Jardim de infância” dizendo para o Professor Kimble que os meninos tem pênis e as meninas tem vagina. É mais ou menos isso.

Eu e a Dona Lelê não somos mais sócios nessa coisa sentimental. Eu até citei Humberto Gessinger pra ela, mas mesmo assim não funcionou muito bem e a separação foi inevitável. Então é isso. Não estamos mais juntos, mas ela não deixou que eu falasse isso aqui no blog, então todo mundo de bico calado senão ela vai ficar mó irada comigo.

Cada um vai para o seu lado e quem sabe daqui a uns 10 meses eu até consiga tentar ser amigo dela. Mas até lá desejo que ela seja feliz, viva sua vida e arranje alguma doença fulminante para cuidar.
tchau e aperto de mão, ok.

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Notícia Boa

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O menino mais sexualmente descolado deslocado de Sorocaba está de volta ao mundo virtual. Vamos festejar a volta de um dos Capanemas para a a blogolândia e orar pela alma do outro, que está servindo o exercíto brasileiro no Haiti. Vamos cantar esta antiga canção dos Mutantes:

Deixa que digam Que pensem Que falem
Deixa isso pra lá Vem pra cá O que que tem
Eu não estou fazendo nada Você também
Só Não vá se perder por aí

Thiago Capanema come break.
Bom retorno, gurizão.

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Mentiras que alguém nos conta

Postado em 18 de outubro de 2004

Desde os tempos mais remotos o caral… ops, vivemos meio a mentiras contadas por nossos pais, amigos, professores e blogueiros. Todos sabemos que não passam de bobagens inventadas sem propósito algum, mas ninguém faz nada para parar. Os chavões mais chaves do mundo:

Os opostos se atraem
Não é bonito? Você e aquela gostosa são extremamente opostos. Ela ouve De Falla e você O Rappa. Ela gosta de pimenta e você odeia mexicanos. Pronto, são opostos, logo se atraem. Puta mentira. Nem fodendo que os opostos se atraem. Ou no máximo se atraem por dois dias e depois descobrem que são opostos e se distanciam.

É verdade, aconteceu com uma vizinha da minha mãe*
Sim, aquelas histórias que todo mundo conhece. Todo mundo já ouviu ela umas 72 vezes. Tipo aquele baile que apareceu o satanás, dançou com a menina mais bonita e depois escreveu com sangue no espelho alguma frase qualquer. Aconteceu com uma vizinha da sua mãe né?

Deus ajuda quem cedo madruga
Claro. Se você tem que acordar as 5:20 da manhã pra ir trabalhar, pegar um busão lotado, chegar no trampo e passar o dia todo no escritório, é porque você certamente não é um ricasso com muito dinheiro na conta bancária, certo? Logo Deus não está te ajudando.

Ouça seu coração
Sim, você vai contar seus problemas pra alguém ou pedir um conselho e ela fala “Ouça seu coração”. Porra, se o meu coração falasse eu nem precisava pedir o conselho.

No fim tudo dará certo
É lógico que dará. Essa é a coisa mais certa do mundo. No final tudo dará certo, mas até lá você vai sofrer MUITO. Pode apostar que sim.

Por pior que seja, sempre há um lado bom nas coisas.
Ah! vai te foder.

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Notícias Mundiais que só acontecem em Carazinho

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Vamos conferir as notícias que viraram notícias nos principais jornais do mundo em Carazinho no Rio Grande do Sul. Aconteceu…

Pescador encontra moto desovada em rio
No início da manhã de ontem, por volta das 8h uma patrulha rádio-motorizada do 38º Batalhão da Brigada Militar de Carazinho se deslocou até o KM 355 da BR 285, onde um pescador havia encontrado uma motocicleta no interior das águas do Rio Cotovelo. A Brigada Militar com apoio de uma equipe do Corpo de Bombeiros retirou do leito do rio a motocicleta que havia sido desovada por ladrões, constatando que se tratava de uma Yamaha YBR 125 de cor vermelha, placas IJV 3990, que havia sido furtado no município de Campos Borges. A moto foi recolhida pelo guincho e encaminhada à Delegacia de Polícia de Carazinho para ser devolvida ao verdadeiro dono. Os investigadores não possuem nenhuma pista sobre a identidade dos indivíduos que desovaram a moto no interior do rio.

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Distúrbio de Déficit de Atenção

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– Olá! – disse Vítor para a linda garota do balcão do aeroporto. – Estou indo para o Brasil. Meu nome é Vítor, prazer.
– Olá senhor Vítor. – respondeu carinhosamente a linda garota do balcão do aeroporto, esboçando um cordial sorriso que garante o seu salário todo o mês. – Posso checar seu passaporte?

De fato Vítor era o seu nome real. Vítor Van Rotter, mas vamos chamá-lo apenas de Vítor, para facilitar a leitura. Um rapaz com cerca de 28, 29, talvez 37 anos, pele clara, cabelos curtos, despenteados e negros, estatura mediana, orelhas normais, olhos normais. O nariz também era normal. A boca era normal, daquelas que não merecem uma citação em um livro conceituado. Dentes extremamente brancos, dignos de um comercial de creme dental onde mulheres de biquínis sorriem na praia e navegam naquelas bóias em forma de grandes bananas.

Estava de férias na Groelândia desde agosto e já não agüentava mais o clima úmido e escuro daquele pobre lugar isolado do mundo. Aliás, Vítor ainda não havia descoberto como sua namorada fez para que ele concordasse em ir para aquele lugar úmido e escuro passar quatro meses de sua vida. Talvez ela tivesse usado de artifícios sexuais para conquistar a decisão dele. Como Vítor não lembrava o que realmente sua namorada fez, preferiu pensar que se ele esqueceu, é porque não foi satisfatório.

Não que o sexo não tenha sido satisfatório. Ele estava enganado, pois havia sido muito bom, com direito a uvas e velas, usadas de maneira correta ao mesmo tempo, mas isso não interessa por enquanto. O problema de Vítor era um mal denominado “Distúrbio de Déficit de Atenção” ou DDA, como os especialistas ingleses gostam de chamar tal problema. Vítor não conseguia manter sua atenção voltada para qualquer coisa por mais de alguns segundos, por mais interessante que esta coisa fosse, por mais vital que esta coisa fosse, por mais repetitiva que esta coisa fosse.

Por isso não lembrava de diálogos que haviam ocorrido há somente alguns minutos, rostos que vira na noite anterior, ou de coisas que aconteceram num passado distante, mas foram tão rápidas que seu danificado cérebro não conseguiu guardar.

– Meu nome é Vítor. Prazer.
– Sim senhor. – respondeu educadamente a linda garota do balcão do aeroporto. – O senhor já disse isso.
– Disse o que? – perguntou ele, intrigado.
– Que o seu nome é Vítor.
– Ah! Meu nome é Vítor. Prazer.

Quando mais jovem Vítor sofria muito com seu distúrbio. Várias vezes perdeu empregos por que esquecia das coisas ou simplesmente não ficava atento a algum trabalho importante.

– Vítor, já terminou de colocar fogo naqueles relatórios? – perguntava seu chefe, esbanjando o nervosismo qual a situação forçava. – O pessoal do Ministério da Fazenda pode chegar a qualquer momento.
– Fogo? Que fogo?

Não demorava muito e alguma pessoa aparecia no escritório, desesperada, clamando por ajuda e gritando: “O prédio está em chamas, meu Deus!”. Era sempre assim.
Os empregos pareciam voar para o sul no inverno e esqueciam de retornar no verão. Até que um dia, num desses verões, Vítor conheceu Natália, sua atual namorada. Na época ela era uma menina muito rica e virgem e Vítor sabia que enquanto estivesse com ela, não precisaria trabalhar.

Aliás, um tanto quanto interessante foi a maneira que o casal se conheceu. Era um desses verões, e nesses verões sempre rolavam umas festinhas regadas a LSD, cerveja, boa música e patinetes. Na verdade os patinetes não podiam entrar nas festas, mas isso é outra história. Vítor ainda não conhecia os prazeres da vida moderna e foi levado para a casa de um amigo do amigo dele, essa coisa jovial de entrar em festas desconhecidas sem ser convidado. Neste dia, Vítor estava sentindo falta de algo, mas não lembrava do que era. Uma angústia tomava seu peito e tudo que ele conseguia pensar era: “Qual a diferença entre uma empadinha e um quindim?”. No entanto, por um momento sua mente flutuou como se voasse para o sul no inverno e esquecesse de retornar no verão. À sua frente estava ela. Natália, linda com seus longos cabelos úmidos e escuros. Estonteante aos olhos de qualquer homem num raio de oito quilometros dali. Exceto Vítor, que tinha o maldito Distúrbio de Déficit de Atenção e não conseguia desviar seu pensamento da pergunta inquietante: “Qual a diferença entre uma empadinha e um quindim?”. Afinal, qual a diferença entre uma empadinha e um quindim? Porque Vítor só estava pensando nisso naquela noite?

E foi justamente esse ar carismático e pensante que despertou em Natália o desejo de falar com Vítor, de saber mais sobre aquele rapaz tão sossegado, sentado no sofá olhando para o lustre em forma de abacaxi que poluía visualmente o teto da sala . Talvez fosse ele o único homem da casa que não estivesse literalmente babando por ela. E isso a atraiu.

– Oi. meu nome é Natália. E o seu?
– Meu nome Vítor. Prazer.
– Então Vítor, o que estava te deixando tão pensativo?
– Oi?
– Oi?
– Oi, meu nome Vítor. Prazer.

Natália achou que Vítor estava tentando lhe fazer rir, e de certo modo conseguiu. Ela odiava caras que tentassem fazer ela rir com piadinhas cafajestes, mas naquele momento tudo estava sendo diferente e Natália se apaixonou. Deixou seu coração demonstrar isso, explodindo de felicidade, como se voasse para o sul no inverno e esquecesse de retornar no verão. Ah! Esses verões.

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Você aceita um cházinho?

Postado em 16 de outubro de 2004

Por falar em Hip Hop eu lembrei de um desenho muito antigo do Pernalonga. Aquele que o lobo quer comer o coelho e o Pernalonga convida ele pra tomar chá. Daí pergunta quantos torrões quer e o lobo responde que quer três torrões. E o Pernalonga da três marteladas na cabeça do lobo.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.