¿dequejeito?

Aeeeeeee aeeeeee

Postado em 31 de maio de 2004

Chegamos ao momento dos agradecimentos. Um post especialmente dedicados para estas pessoas tão bonitas, especiais, boazinhas e afetuosas da mamãe. Um post para as pessoas que me deram presentes de aniversário mesmo sem nunca terem me visto pessoalmente.

Um Cd do Belchior + Um Cd dos Mutantes + O livro O guia do Mochileiro das Galáxias

Obrigado respectivamente a boo, a musa blogueira do século XX e deste. Felippe, admin do fórum do ¿dequejeito? e, a Lelê, que surgiu se engraçando com todo mundo e conquistou meu coração ¬¬

E quanto a vocês, todos outros leitores que não compraram meu presente. Vocês são a ralé da internet. Deveriam todos se envergonharem. =P

Mas ainda existe salvação.

O menor show do mundo

Postado em 30 de maio de 2004

Ontem fui ao show da minha querida banda Kelvin, aqui em Carazinho. Como sempre, os amigos do pessoal da banda ganham credenciais para acesso aos bastidores cheio de drogas, frutas, bebidas e chuveiros com água mineral.

Como a banda não tem um renome internacional, eles não gastam fazendo credenciais a cada show, então os amigos da banda tiveram que dividir as credenciais do show anterior. Como sou pequeno e fui ameaçado de morte por alguns “amigos” me sobrou a credencial de motorista da banda.
Eu que nem sei dirigir, quem dirá dirigir para uma banda.

Fui ao show com minha credencial de motorista, mas preferi ficar lá em baixo, no meio da galera. A banda resolveu decorar o palco com cones e placas de trânsito devidamente roubadas de algum cruzamento em reformas (depois do show fiquei sabendo de alguns acidentes envolvendo carros na cidade, tudo por culpa das placas de sinalização desaparecidas. Mas isso não vem ao caso).

Como todo show da Kelvin, o peso tava afudê. Eles estão mandando cada vez melhor e o show é uma alegria e brincadeira só. Até coreografias de hardrock eles tem agora.Mas o que chama atenção mesmo é o novo visual da banda.

O vocalista, o Guima, trajando um estilo caminhoneiro que arrota quando bebe água. O baterista Toto estava pelado, mas ninguém via nada, pois as peças da bateria cobrem tudo que deveria estar exposto ao se ficar nu. O guitarrista Joey, o cara mais carismático do mundo, usava um visual Matrix, com uma capa preta de gangster russo. O Julian, outro guitarrista, usava um óculos “chilli beans” maior que sua própria cabeça.

Mas não tem maneira de não se notar o baixista da banda. Um visual que chama a atenção de todos presentes e se destaca frente aos companheiros. John Loco Atoshman vestia uma calça jeans e um moleton. Aliás, não era qualquer moleton. Era o mesmo moleton que ele havia usado toda semana para ir à faculdade. Isso sim é estilo. Aprendam perdedores.

Curiosidade 1:
Depois de uns 50 minutos de show, a banda dá uma pausa e volta ao palco. Então o John pega o microfone e anuncia: “Essa música é para todas as pessoas boazinhas e afetuosas que estão aqui hoje“. E a banda começa a tocar um cover do Reação em Cadeia. Lamentável.

Curiosidade 2:
Fui ao banheiro dar uma mijadinha. Quando estava lavando as mãos um cara olhou pro meu reflexo no espelho e perguntou:

— Cara, você é o moskito?
— Sou.
— Porra, que legal.
— ah! ..
— moskito, moskito. Do Jesus me Chicoteia*, que legal.
— Sim, sou eu.

É, ainda não foi a minha vez de ser reconhecido. Mas continuarei tentando, sempre indo nos shows da banda Kelvin e quem sabe, um dia, eu seja até bonito, e consiga agarrar alguma groupie.

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Um escapamento

Postado em 29 de maio de 2004

Marquei com o John Atoshman para ele me buscar na faculdade as 21:00. Ali pelas 22:40 ele apareceu junto com o Portela, e de lá partimos para a sua casa, onde rolaria uma bebedeira seguida de violões.
Ao se dirigir para a casa do John, em seu carro, com o som lacrado numa música de metal fodido (porque o John e o Portela são metaleiros) um estranho barulho começou a ocorrer.

— Cara, que bateria zoada!
— Não é bateria não.
— Acho que furou um pneu.

Diminuímos o volume do som e constatamos que o barulho vinha do lado de fora do carro. Paramos e descemos para checar os pneus. Tudo certo. Nada errado. Voltamos para o interior do carro e seguimos viagem, mas o barulho voltou a aparecer.
Paramos o carro denovo. Desta vez descemos e fomos olhar embaixo do carro. Confesso que nessa hora eu achei que o John tivesse atropelado um veado campestre e ele estava enrroscado nos pneus, ou algo assim.

— Cara, o escapamento tá no chão.
— Como?
— O escapamento. Quebrou.

Pois é, o escapamento estava solto, no chão, arrastando.
Não conheço muito essa parte mecânica dos automóveis. Pra falar a verdade não conheço nenhuma parte de um automóvel. Mas não foi preciso ser um grande conhecedor de mecânica para constatar que aquela peça ali não devia estar no chão.

— Essa coisa aí não deveria estar presa no carro?
— Claro que sim, moskito.
— Pô, então porque ela tá arrastando no chão?

Percebi que o John e o Portela não gostaram da minha pergunta e se negaram a responde-la. O Portela se encarregou de dar chutes no escapamento afim dele cair por completo, pois ainda estava semi pendurado na parte debaixo do carro. Enquanto isso o John ficava falando: “Meu pai vai me matar! Meu pai vai me matar!” repetidamente.
Eu, estava um pouco mais calmo e observando tudo atento, só conseguia pensar numa coisa:

Pra que serve um escapamento de carro?
Pô, o carro até ficou mais bonito sem aquele cano ali atrás. Se não fosse um amassado no parachoque traseiro causado por um chute sem pontaria do Portela, o carro teria ficado perfeito. Aquele cano tirava todo o carisma do carro.

Colocamos o escapamento dentro do porta-malas e seguimos viagem. O ronco do carro até tinha ficado mais legal. Os mano na rua ficavam todos olhando pra aquele Escort roncando forte na avenida. E nós três, John, Portela e eu, ali dentro, curtindo um hardmetal afudê.

Até que enfim tinhamos estilo e todos olhavam para nós. Abaixamos os vidros e lacramos o volume do som. O John fazia o carro roncar bonito cada vez que passava por alguém na rua. E a playboyzada toda ia ao delírio. Estiloso, fera.
Então pensei ainda mais: “Pra que serve a porra do escapamento?” Tudo parece tão legal sem aquele cano feioso. Porque então o carro tinha aquilo pendurado?

No meio de um bairro barra pesada e deserto da cidade o carro resolve apagar e não mais ligar. Não tinhamos telefone algum para tentar contato com o mundo exterior. Apenas alguns meninos com cachimbos na boca circulavam por aquela rua, por isso resolvemos não pedir ajuda e ficar por ali mesmo.

Frio, escuridão e fome. Decidimos empurrar o carro até um beco e dormirmos por ali mesmo. Os três metaleiros dormindo dentro de um Escort.
Claro que não conseguiamos dormir e mantinhamos os olhos bem abertos com preocupação. Ali pelas duas da matina uma coisa apavorante aconteceu: Um morcego louco que ficava perambulando em volta do carro, achou bonito nos assustar, e pra isso batia-se contra o para-brisa. Era assustador.

Hoje pela manhã quando acordamos, caminhamos alguns kilometros até acharmos um telefone público. Chamamos um guincho e fomos para a casa do John explicar tudo para o pai dele que, por sua vez, não acreditou em nada que dissemos, lógico.

“Que história idiota!” disse o pai do John.

Eu também achei uma história deveras idiota. Mas o que eu posso fazer? Foi verdade e, além do mais, ainda nem aprendi pra que serve o maldito escapamento de um automóvel.

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Entrevista com Pedro Nunes

Postado em 28 de maio de 2004

Em, julho de 2002, ¿dequejeito? conseguiu uma entrevista exclusiva com o blogueiro e jogador de futebol de cabelo tosco, Pedro Nunes. Três perguntas básicas foram feitas a esta personalidade e, as respostas foram bastante ácidas.
Mas o que aconteceu com Pedro Nunes nesses quase dois anos? O que mudou na sua vida? O ¿dequejeito? foi atrás de Pedro, passou a mão na bunda e perguntou tudo novamente. É oque vamos saber agora, nesta entrevista que lhe mostrará um pouco mais sobre a vida desta pessoa tão amada pelo público.

DQJ:Pedro Nunes! Você tem curso de datilografia?
Pedro: Não. Eu treino meus dedos em vaginas desprotegidas de groupies despudoradas.

Pedro em 2002: Não. Aprendi a digitar entrando em salas de bate-papo. E a modéstia me impede de dizer que eu sou rápido e hábil pra caralho nesse ponto.

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DQJ: E você sabe empinar moto ou bicicleta?
Pedro: Nada. Nunca tive essa habilidade toda com veículos de duas rodas. Sei pedalar e sair do lugar e me dou por satisfeito com isso.

Pedro em 2002: Nunca consegui aprender isso, é incrível! Sempre caía de costas.

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DQJ: Você é a favor do Romário na seleção da copa de 2006?
Paulo: Em virtude de problemas de incompatibilidade opinativa com nossa gigantesca leva de fãs ensandecidos, nós, da Utopics And Diluculations S.A. nos abstemos de comentar sobre futebola e quaisquer outros esportes que possam gerar inimizades. Achamos bonito o amor entre as pessoas, e em prol disso guiamos nossa empresa.

Pedro em 2002: Sinceramente, cago e ando pra isso. Sou a favor de um gigantesco cataclisma que aniquile a humanidade antes disso.

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DQJ: Você tem alguma consideração final para o público leitor?
Pedro: Froot-Froot-Froot Loops é uma merda.

Pedro em 2002: Um beijo na bunda para todos, e meu pau de óculos em Londres dança flamenco em homenagem aos(às) senhores(as).

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Pois é!. O cara aviadou de vez.

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Postado em
Alegria Alegria

Hoje é sexta-feira! Dia de tomar uma ceva e fumar unzito.
Quem sabe até role um Microfone Online ao vivo, pra comemorar.

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Esse post denovo

Postado em 27 de maio de 2004

— Oi, quero minha passagem.
— Claro, senhor! É o sua primeira vez?
— Não! Não.. Já voei antes.
— Ah, desculpa! É que o senhor parece-me inquieto.
— É que estou apertado. Minha bexiga está explodindo.
— Nervosismo?
— Não! É só vontade de ir ao banheiro mesmo.
— O senhor pode ir quando estiver dentro do avião.
— Mas eu não vou aguentar.
— Mas se o senhor não for para o avião agora, perderá o vôo.

******************

— Amor, gostou dos lugares?
— Sim, gosto de sentar perto da janela.
— Pensei que não tivesse gostado.
— Porque pensou isto?
— É que você está me parecendo nervoso.
— Não, não estou nevoso.
— Está sim! Deixe-me adivinhar. É sua primeira vez, certo?
— Não, pô! Já voei algumas vezes antes.
— Mas então porque está assim, transpirando?
— Preciso ir ao banheiro.
— E você está nervoso assim só por causa disso?
— Ah! Não me amole, querida. Com licença.

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(toc toc toc)
— Desculpa, senhor! O senhor não pode entrar aqui.
— Como não? Paguei a passagem. Tenho direito a usar o banheiro.
— Mas senhor. Aqui é a cabine do piloto.
— Como assim a cabine do piloto?
— Sim, senhor. O banheiro é lá no fundo do avião.
— Droga! Que merda!
— Senhor? O senhor está bem?
— Sim, estou. Porque?
— Está parecendo nervoso.
— Eu não estou nervoso, porra!
— Já sei. É a sua primeira vez?
— Caralho! Não é minha primeira vez.
— Mas…
— Cala boca!

******************

— Amoreco, porque essa cara de aborrecido?
— Não te interessa!
— Mas amor, o que aconteceu no banheiro?
— Não te interessa!
— Aposto que você está assim porque é sua primeira vez.
— Não é minha primeira vez. Eu já disse.
— Então porque está desse jeito?
— Porque não consegui ir ao banheiro ainda.
— Ai, amor! Essa sua disfunção na bexiga…
— Eu não tenho disfunção nenhuma, porra! Simplesmente quero mijar.
— Calma, amor. É normal o organismo responder assim a essas coisas.
— Que coisas?
— Sua primeira vez. É normal ficar nervoso.
— Vai tomá no teu cu.

******************

— Agora que chegamos, cada um vai para um lado, ok?
— Porque?
— Porque você foi grosso comigo lá no avião.
— Mas eu estava nervoso.
— Você havia dito que não estava nervoso.
— Mas, amor…
— Ok! Faremos as pazes…
— Que bom…
— Mas só se você admitir que foi sua primeira vez.
— Caralhos de Asas, eu já disse que não foi minha primeira vez.
— Viu, viu! Já estás nervoso denovo.
— Não estou nervoso. Só quero ir a algum banheiro.
— Ali tem um, seu babaca!

******************

— Está melhor agora, babaca?
— Sim, muito bem.
— Então porque ainda está com essa cara?
— Não estou com cara nenhuma.
— Está sim! Uma carinha de surpreso.
— Ah. É que enquanto eu estava no banheiro me ocorreu uma coisa.
— Que coisa?
— Eu finalmente consegui entender a diferença entre uma empadinha e um quindim.

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Lembranças

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Dia desses eu tava lembrando… Acho que o ano era 2000. Eu tinha feito uma montagem com uma foto do Marco Aurélio e uma do Pedro Nunes e colocado estes dois personagens no mesmo ambiente. Só que no Pedro Nunes dei uma retocada de Photoshop e aumentei sua cabeça. Visivelmente ele tinha ficado deveras cabeçudo.
Quando postei a imagem os visitantes todos chacotaram a foto e como se apontassem para a foto e rissem ao mesmo tempo, escreviam nos comentários: “Rá! Olha só o tamanhão da cabeça do Marco Aurélio”.

Acho que demorei umas 3 semanas pra conseguir convencer todo mundo que aquele era o tamanho normal da cabeça do Marco. Mas ninguém acreditou, então sustentei a versão do povo.

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A indústria do Medo

Postado em 26 de maio de 2004

Estava vendo o jogo 15 de Novembro, de Campo Bom – RS, contra o famigerado Santo André. Deixando de lado o meu time do coração, o 15, é claro, vou falar sobre algo que me chamou a atenção no jogo. Ou melhor, na transmissão do jogo, feita pela RBS (a Globo do Rio Grande).

A cada cinco minutos aparece a mensagem dos patrocinadores com aquela voz bonita do locutor da globo falando coisas simpáticas. Porém em certo momento eu notei que o locutor de voz bonita disse: “Coca-Cola, patrocinador oficial do revezamento da Tocha Olimpica”.

Com assim? Desde quando um revezamento de tocha precisa de patrôcinio? É quase tão idiota quanto patrocinar uma palheta de violão ou uma colônia de formigas. Que tipo de sensação o marketeiro da Coca quer passar para os consumidores? Assim fica difícil levar uma empresa tão bonita a sério. Não demorará muito estarão anunciando:

Coca-Cola, o patrocinador oficial
da equipe de ginástica olímpica brasileira.

Aí sim, será o ápice da idiotice.

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To tentando

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To tentando arrumar tudo, mas o tempo ta foda, apertado.
Alguém aí saca de XML e RSS? To afim de fazer isso aqui funcionar nesses esquemas de riquinho, mas não tenho a noção necessária para fazer tudo. Update: Já fiz

Só falta um logotipo ali no topo.
Se tiver link quebrado, avisem.

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Postado em 25 de maio de 2004

Chat da faculdade São Judas
Esatava eu lá, passeando pelos chats da vida, esperando alguma mina que topasse um sexo virtual gostoso e depois uma partida de gamão online. Até que:

Hotgirl: hey gatao, tdo bem?

VonDoscht: Tudo e você?

Hotgirl: Tudo bem! vc estuda na SJ?

VonDoscht: Não.. só estou de passagem.

Hotgirl: nao quer vir conhecer a sao judas?

VonDoscht: Oque me faria ir até a maravilhosa São Judas?

Hotgirl: Eu! eu passeio contigo pelo campus

VonDoscht: Ah! aí sim.. e como você é?

Hotgirl: loira, alta, pernas grossas, bumbum arrebitado!

VonDoscht: Loira é?

Hotgirl: loirinha

VonDoscht: Desculpa.. Meu numerólogo disse que em 2004 eu não posso pegar loiras.. Pode me trazer azar.. aliás. Não deveria nem estar falando com você agora.

Hotgirl: pq?

VonDoscht: Oras, minha filha! OS NUMERÓLOGOS SEMPRE TEM RAZÂO.

Hotgirl: não acho… acho q vc está perdendo uma grande noite

VonDoscht: Noite????? NEM PENSAR.. 2004, loiras na noite!! Isso é azar em dobro.

Hotgirl: quem vc conhece da sao judas?

VonDoscht: Conheço o Julio, que faz Jornal

Hotgirl: eu tbm faço jornalismo! como eh o julio?

VonDoscht: É alto, forte, musculos, mais musculos.. hmm. que musculos que ele tem.. até esqueço do resto. Aiaiai.

Hotgirl: vc é gay?

VonDoscht: Eu não!!! QUE ISSO??? Ta me estranhando, mina?

Hotgirl: esse júlio é gay?

VonDoscht: Julio é machão!!!! MACHO

Hotgirl: Você tá brincando comigo?

VonDoscht: Ai meu deus!!! já são 20:00… meu numerólogo disse que eu devia estar pelado olhando pra lua nessa hora.. Tenho que sair… fuiiiii!!!!

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.