¿dequejeito?

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Postado em 19 de setembro de 2003

Certa vez era legal ter visitas.
Este blog começou muito bem. Logo no seu primeiro dia vida foram 250 visitantes. Claro que o fato de eu estar na mídia televisa na época ajudou em muito o crescimento do número de visitas do dequejeito.
Mas agora as coisas não tem mais sentido.
Eu não mais faço parte de nenhuma série, voltei a ser uma pessoa anônima em meio as outras tantas pessoas de minha cidade. Mas as visitas no blog não baixaram após minha saída da Cultura.
Porra! Eu só queria ter novamente 300 visitantes diários e só 3 comentários por post. Seria pedir muito?

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Postado em 18 de setembro de 2003

O fim de uma brilhante carreira
Minha vida blogueira chega ao fim. A partir de agora ficarei somente atualizando os logotipos enviados a mim e não mais postarei aqui.

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Postado em 17 de setembro de 2003

TOP 5 coisas que eu queria ganhar e todo mundo tem condições de comprar

1) Uma cueca do Bob Esponja
2) Uma bóia de piscina em forma de baleia
3) Um tecladinho de duas oitavas
4) Um microfone
5) Um saleiro

TOP 5 coisas que eu não queria ganhar e todo mundo tem condições de comprar

1) Ração para cachorro
2) Bonequinho do Supla
3) Uma cabra
4) Um livro de Direito Civil
5) Qualquer cueca que não seja samba-canção

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Postado em

Thiago: Coloque meus logotipos lá em cima agora.
moskito: Peralá! Tem mais 3 logotipos na fila antes do seu.
Thiago: Como assim “fila”? Você sabe quem eu sou?
Thiago: Eu sou estrela!
Thiago: Eu sou o Thiago Capanema!
moskito: que cara folgado.

5 minutos em silêncio…

Thiago: moskito, eu tava brincando.
moskito: Eu sei, pô! Se você estivesse falando sério eu já tinha te mandado a merda.
Thiago: Tinha nada!
Thiago: Eu sou o Thiago Capanema.

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Postado em 16 de setembro de 2003

Mandei meu computador pra assistência com uma placa de vídeo de 64 mb e ele voltou com uma de 8mb. O que eu devo fazer?
(x) Ligar pros ladrões e exigir a placa de 64mb agora mesmo.

— Alô! É o Gabriel. Eu deixei meu PC aí e ele voltou com um probleminha.
— Tudo bem, Gabriel. Pode me descrever o problema?
— Claro! Creio que vocês não fecharam bem o gabinete e algum gnomo tenha entrado na torre.
— Como?
— Sim, um gnomo roubou minha placa de vídeo de 64mb e deixou uma Savage 8mb no lugar.
— Um minuto.

Depois de uns 5 minutos…

— Ah, sim. Sr. Gabriel?
— Sim?
— Esquecemos de lhe avisar que substituímos sua placa de vídeo porque a antiga de 64mb teve um defeito, e como ela ainda estava na garantia, encomendamos uma nova placa e colocamos esta de 8mb temporiariamente até que a nova placa chegue.
— Ah, quer dizer que eu vou ganhar uma placa nova? De graça?
— Sim senhor.

Filhosdaputa. Claro que se eu não tivesse ligado eles nunca iriam dizer que me devolveriam uma suposta placa nova. Ladrões.

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Que vergonha
Tiraram o delicioso Fandangos Calabresa de circulação para colocarem esta coisa sem gosto chamada Fandangos Bife.
postado por moskito,
o cara mais up-to-date na área dos salgadinhos.

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Postado em 15 de setembro de 2003

Mandei meu computador pra assistência com uma placa de vídeo de 64 mb e ele voltou com uma de 8mb. O que eu devo fazer?

( ) Ligar pros ladrões e mandar tomar no cu
( ) Ligar pros ladrões e exigir a placa de 64mb agora mesmo.
( ) Ficar puto, irritado, descontar a raiva a socos na parede e postar isso no meu blog.

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Postado em

Nuevas tosquices
Tirei o logotipo ali de cima. Vai ficar em branco por enquanto. Até que você ou alguém mais esperto que você me envie um logotipo com a escrita ¿dequejeito? para eu colocar ali.
Vale mandar de qualquer estilo desde que apareça o nome do blog, claro. Pode escrever a caneta, fazer no Paint, Photoshop, Corel Draw, fazer um desenho numa folha e escannear, fazer um desenho numa folha e me mandar por carta (isso se os correios não estiverem de greve). Vale qualquer merda.
O tamanho também é livre, só não exagere, por favor.

Vale tudo desde que mandem a escrita ¿dequejeito? para o meu email. Eu coloco lá em cima junto com um link.
Os logotipos que me zoarem serão priorizados.
Espero que essa jogada de marketing funcione.

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Postado em

Loiras, morenas, carecas…
Tentando buscar na memória as estatísticas de minha pessoa, cheguei ao incrível resultado.
Eu nunca peguei uma loira.
Somente morenas fazem parte da minha pequena listinha de afetos agarrados.

Nunca peguei nenhuma ruiva também, mas quem dá bola para as ruivas?
Elas representam a neutralidade das cores de cabelo. São as morenas de um lado, loiras de outro e as ruivas no meio.

Prova maior desta neutralidade é que não existe uma ruiva do Tcham rebolando.
Já houve concurso para Loira do Tcham, Morena do Tcham e até Vocalista do Tcham. Mas nunca houve nada que cercasse uma ruiva no grupo.

As ruivas leitoras neutras deste blog já podem me detonar nos comentários. Eu sou gay, cabaço e ignorante. Agora inventem novos rótulos, porque esses já tão batidos.

Mas este post era pra falar das loiras. Eu nunca agarrei uma loira, mas também nunca agarrei uma mina perneta.
Então tá tudo beleza.
Vou continuar nas morenas e nas carecas.

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Postado em 14 de setembro de 2003

A primeira vez em um motel
Sábado foi um dia curioso. Depois de passar o dia todo bebendo 530 litros de chopp fomos para uma loja de conveniência de um posto de gasolina beber mais e comer chocolate ao ar livre. Estava frio e as pessoas começaram a reclamar para irmos pra algum lugar mais quente e com televisão, de preferência.

Colocamos as 7 pessoas dentro de um carro e fomos a um motel. Não causamos grande estardalhaço na chegada para evitar que o porteiro visse as 7 pessoas dentro do carro.

O quarto era pequeno, mas tinha a tradicional cama redonda, ar condicionado, televisão com um filme de sacanagem rodando, lençol térmico*, toalhas, espelho no teto e essas coisas de motel.

Logo que entramos no quarto o porteiro interfona.
— Com licença, Você estão em dois casais aí?
— Ah, perae! Deixa eu contar…
— É que para fazer esse tipo de sacanagem vocês tem que pagar o dobro.
— Perae! Vou conversar com a galera depois retorno a ligação.

Depois de todos estarem a par do problema e ninguém se mostrar disposto a pagar o dobro, retornamos a ligação e dissemos ao porteiro que íamos embora.
Mas antes de ir, fizemos o favor de roubar algumas coisas do quarto (camisinhas, sabonetes, shampos, toalhas e fósforos).

Triste mas ainda com esperanças, fomos a outro motel. Um pouco mais barato e sem cama redonada. Mas, pelo menos, lá nos aceitaram sem nenhum problema.

No quarto tinha uma cama quadrada e um espelho no teto que distorcia a imagem refletida. Na TV estava rolando um filme de sacanagem sobre taras por pés.
Uma mina com muita elasticidade pegava um caraleo de plástico e ficava metendo ele pra dentro com os pés. Era uma garota muito talentosa, pois conseguia se contorcer de tal maneira que enfiava o pé na própria bunda e depois ainda chupava o dedão. Logo após ela também pintava um quadro e escrevia uma carta para seus pais usando somente os pés.

Detalhe especial para os chinelos havaianas no piso do banheiro. Possivelmente alguém os tinha esquecido lá ou eles eram uma colaboração do motel para que os visitantes não tomem choque no chuveiro.

Depois de bem instalados no quarto e do filme ter acabado, começamos a fazer o que todo mundo faz num quarto de motel.

JOGAMOS PÍFE

Por duas longas horas jogamos pífe.
Depois roubamos algumas coisas e fomos embora.
E agora eu tenho uma camisinha lubrificada aromatizada de morango que provavelmente ficará mofando em alguma gaveta de casa até que eu decida usar.

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.