¿dequejeito?

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Postado em 31 de julho de 2003

Resumo do dia – quinta-feira
A Igreja Católica é contra o casamento gay e o MV Bill proibiu que o seu documentário – Falcão – fosse exibido no domingo no Fantástico. Eu comi uma pizza de calabresa e a Marisol perdeu o filho que estava esperando do Esteban na novela das sete – Kubanakam.
Que dia lindo.

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Postado em 30 de julho de 2003

Resenha – A viagem de Chihiro
Chihiro é uma garota de 10 anos viciada em drogas leves e que roubou o vídeo-cassete da sua humilde casa para pagar uma dívida para o traficante local. Para que sua família não soubesse da verdade ela começa a inventar histórias mágicas e fantasiosas.
No meio de tanta mentira, Chihiro encontra Haku: um moleque usuário de crake que diz querer ajudar Chihiro a dominar todas as bocas de fumo da Cidade de Deus (tudo miguézinho pra traça-la).

O seu filho vai se maravilhar no submundo de Chihiro.

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Willy Wonka Style
Sabe aquelas pessoas jóinhas que usam ICQ e tem aqueles programinhas para ver quem está invisible na lista? Dae mandam mensagens para o sujeito que está no invisible como se ele estivesse online.
E nem conseguem raciocinar que: se o sujeito quizesse receber mensagens destas pessoas joinhas, com certeza as colocaria na visible list e portanto elas não precisariam usar programas para ver quem está invisible na lista.

Sabe oque eu queria que acontecesse com todas as pessoas quem não deveriam estar me vendo no ICQ, mas usam estes programas de espionagem e se acham superlegais me molestando textualmente?

Eu queria que os gnomos Umpa Lumpas invadissem os seus quartos. E eu queria que eles estivessem usando enormes pênis de plástico daqueles que aparecem em revistas de contos eróticos. E eu queria que o gnomos Umpa Lumpas arrombassem todos os buracos possíveis desta pessoa enquanto cantassem a assustadora “Umpa Lumpa Song” no mais puro Willy Wonka Style.

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Postado em 29 de julho de 2003

Eu fico fora 3 minutos e já postam fotos pornôgraficas no meu blog. Aõdesefuderem todos! Ainda bem que eu sei usar o photoshop…

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DAE
vai encarar?

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Mais uma história real cheia de coisas absurdas (leia somente as últimas 10 linhas caso tenha preguiça de ler todo texto)

Então ontem a noite minha mãe me avisou que hoje pela manhã eu deveria ir até o posto de saúde de meu bairro e fazer uma consulta com o médico (uns examizinhos para saber se eu estou totalmente curado da doença fulminate que me atacou há alguns dias). É claro que eu bati o pé, mostrei respeito, disse “Não!” e nem sequer esperei ela mais falar algo que me fizesse mudar de idéia.

Oras, estou de férias e ela quer me mandar pro médico? Onde já se viu.
Médico, Dentista, Urologista é lugar para se ir enquanto se está em período de trabalho. É uma forma remunerada e inteligente de faltar trampo e não levar puxão de orelha do chefe.
Então eu disse que não iria a médico nenhum e queria ver quem iria me fazer dizer o contrário. Vamos ver quem é que manda.

E, de fato, eu vi quem é que manda
Hoje, 7 horas da matina eu estava num banco gelado de um posto de saúde esperando o médico chegar. Na parede tinha um cartaz desses do governo federal que enfatizava o uso da camisinha: “Jovem, use a camisinha!” ou algo assim, ao lado deste havia o celebre cartaz das forças armadas e o alismatento militar: “Jovem, aliste-se!” ou algo assim.

A atendente? (como se chama uma mulher que fica lixando as unhas e chama seu nome para ser atendido pelo médico?). Bom, a atendente quis ser simpática (ou talvez só estivesse cumprindo seu trabalho chato de orientar as pessoas mais jovens) e começou a falar comigo (tenho que parar de abrir parênteses neste paragrafo).

— Olá jovem! Você já se alistou?
— Já sim, escapei do serviço militar por causa de um “probleminha”.

O Probleminha
Isso é verdade. Eu escapei do serviço militar por causa da lordose na minha coluna. Era uma manhã gelada e chuvosa aquela da inspeção, mas eu estava lá, meio a outros jovens, só de cueca e fazendo exercícios físicos sem sentido. O cara de farda olhou pra mim e disse: “Vai pra casa, garoto! Você tem lordose”. Eu fiquei feliz por ter lordose e não precisar ir morar longe de casa por alguns meses ou quem sabe me meter numa guerra. “Mas antes de ir embora, passa ali na frente e paga a taxa” disse o senhor de farda num último resmungo.
É isso aí, não fui para o exercíto mas precisei pagar uma taxa idiota e fazer o juramento a bandeira, no qual prometi estar a disposição de meu país caso ele fizesse uma burrada e se metesse numa guerra para defender os Estados Unidos.

Voltando ao papo com a atendente
— Oi? Você tá me ouvindo?
— Ah, desculpa! É que eu estava recordando como foi a minha inspeção militar. Deu um flashback na minha mente. Mas sobre oque nós estavamos falando mesmo?
— Eu perguntei se você já iniciou a sua vida sexual.
— Hein?
— Sua vida sexual.
— Ah, sim… masturbação conta como vida sexual?
— Conta, mas neste caso estou falando de sexo com alguma menina.
— Ah! Não. Eu sou gay.
— Gay? (disse ela espantada)
— Sim, por isso não me aceitaram no serviço militar.

Pronto, já tinha feito minha parte e sabia que a atendente não iria mais me amolar com estes papos de “Jovem, se cuida ou a casa cai!”. Por fim esperei por meia hora e o médico não chegou. Disse para a atendente que ia dar uma voltinha e respirar um “ar puro e colorido desta manhã cativante” e já voltava. Fui embora. Cheguei em casa, disse para minha mãe que deu tudo certo e eu não vou morrer ainda.

Moral da história
Minha mãe ficou feliz por eu não estar doente.
Eu fiquei feliz por não ser examinado por um médico.
A atendente ficou feliz porque eu não voltei lá.
O médico ficou feliz porque não vai precisar examinar ninguém.
As forças armadas ficaram felizes porque eu paguei a taxa.

Então, não quero influenciar ninguém mas preciso dizer, mintam sempre e todos serão felizes. Mintam na escola, no trabalho, no posto de saúde. Mintam para seus pais e para seus amigos. Mintam para seus leitores. Todos ficarão felizes.

(Aposto que você só leu as última 10 linhas deste enorme texto e agora vai ver nos comentários se alguém leu tudo e fez um resumo ou quem sabe uma resenha sobre o post. Me faça feliz e comente como se você tivesse lido tudo. Mintam para mim, obrigado!)

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Só pra eu saber e não cometer mais nenhum erro.
Quando eu estiver sem inspiração eu devo:

( ) Não postar nada.
( ) Postar uma justificativa barata tentando fazer gracinhas sem sentido descrevendo minha falta de criatividade.
( ) Fazer piada escrota sabendo que não vai ter graça nenhuma.
( ) Escrever posts como esse e fingir que estou inspirado.
( ) Copiar posts antigos e fingir que isso é legal e nostálgico.

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troca a estacao de de radio, quando comeca a tocar linko parko

– uhuuuu! stevie b, foda!
– …
– spring loooove, come back to meeeee! (dancinhas pra fora do carro)
– tira essa merda, isso e’ radio de hispano
– ah, dane-se, eu cyamaho. dancei muito isso quando tinha a sua idade, gustavo.
hihihih
– erm.. nao, quando eu tinha menos idade que voce.
– hahaha, pior ainda! mariana ancia, hahahaah
– ??

ah, a crise dos 20.

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Postado em 27 de julho de 2003

15 minutos de jogo e…
“Para o Brasil, o empate é um bom resultado” – Benjamin, o comentarista amigão do SBT na final da Copa Ouro.

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Postado em 26 de julho de 2003

Diálogos Modernos
— Assim, gata! Eu vou girar o tambor da arma e engatilhar com apenas uma bala dentro. Dae eu aponto a arma pra cabeça de cada um de nós e disparo.
— Mas.. mas isso é seguro?
— Claro. Yo soy la garantia!
— Ah! Então tudo bem.

Garota morre em jogo de roleta-russa em Piracicaba

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Este é o blog de Gabriel Von Doscht, um rico empresário que largou tudo para se dedicar ao seu verdadeiro dom: fazer pulseirinhas.